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Prof. Roberto José 🎓 Canal Ensinador Cristão EBD 🔴 # DINÂMICAS PEDAGÓGICAS # 💠 Dinâmica da Lição de adulto https://youtu.be/9BkriAffTyI 💠 Dinâmica da Lição de Jovens https://youtu.be/AUlhOY0xsas 💠 Dinâmica da Lição de Juvenis https://youtu.be/BKw0-YABVk8 💠 Dinâmica da Lição de Adolescentes https://youtu.be/JJHAiuIao1E

obrigado Obreiro! GRUPO maravilhoso com muitas informações EDIFICANTES!!!

Prof°. Roberto José 🎓 Canal Ensinador Cristão EBD 🔴 #DINÂMICAS PEDAGÓGICAS DA LICÃO 06# 💠 Dinâmica da Lição de adulto https://youtu.be/-pBuqqVTz4g 💠 Dinâmica da Lição de Jovens https://youtu.be/jVQQ1CtUC5k 💠 Dinâmica da Lição de Juvenis https://youtu.be/ijDSm67gglA 💠 Dinâmica da Lição de Adolescentes https://youtu.be/7LdeHEZqdiU 💠 Dinâmica da Lição de Pré-adolescentes https://youtu.be/TUtaKdKMXUM

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Obrigado irmão José Ivan ! São palavras que nem as suas que recompensam nosso trabalho e dedicação. Pedimos ao nosso Deus que nos inspire cada dia mais pra trazer boas mensagens através dos slides neweb! Ainda postaremos mais conteúdos. Deus abençoe a todos! Neweb

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https://idolink.com/newebescolabiblica Minisite idolink neweb Todo material adulto e de jovens do 2º trimestre você encontra aqui.

VERDADES QUE JESUS ENSINOU Myriam Gonçalves Ed. CPAD

Parabéns para nós! 👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻 https://t.me/IdeiasPedagogicas

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Apologia de Estêvão -Um Pouco de Grego Bíblico O verbo “disputar” (gr. suzeteo) só aparece duas vezes em todo o livro de Atos dos Apóstolos. A primeira ocorrência alude aos opositores do primeiro apologista do evangelho, Estêvão (6.9), e a outra, ao segundo defensor da fé cristã, Paulo: “E falava ousadamente no nome de Jesus. Falava e disputava também contra os gregos, mas eles procuravam matálo” (9.29). Nesse contexto do ministério apologético, disputar denota argumentar com perguntas e respostas. Além de 1 Pedro 3.15 — o texto áureo da apologética cristã —, que menciona o termo grego apología, há algumas passagens cujos verbos podem ser entendidos como “responder apologeticamente”. Estes aparecem, inclusive, nos Evangelhos, como apokrínomai, que significa “dar uma resposta a uma questão” ou “iniciar uma conversa”, o qual aparece, por exemplo, em Lucas 14.3: “Jesus, tomando a palavra, falou aos doutores da lei e aos fariseus, dizendo: É lícito curar no sábado?”. Observe como o Senhor Jesus disputava com os religiosos por meio de perguntas e respostas. Como já vimos, o Mestre dos mestres foi um apologista, um defensor da verdade. No entanto, vale reiterar que, ao empregarmos o termo “apologista do evangelho”, referimo-nos, especificamente, a quem veio depois de Cristo para defender as Boas-Novas que Ele trouxe ao mundo. Jesus travou um “debate apologético” com Satanás e respondeu-lhe com a citação das Escrituras (Mt 4.1-11). Aqui, Mateus emprega o verbo apokrínomai ao introduzir a fala do Mestre: “Ele, porém, respondendo, disse: Está escrito: Nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus” (v. 4). Esse mesmo verbo aparece em uma passagem paulina que se harmoniza perfeitamente com o mencionado texto áureo da apologética cristã (1 Pe 3.15). Em Colossenses 4.6, lemos: “A vossa palavra seja sempre agradável, temperada com sal, para que saibais como vos convém responder a cada um”. Um verbo semelhante a apokrínomai é antapokrínomai — que tem como pre±xo anti, “contra” —, o qual denota “contrapor-se a alguém ou a algo” (cf. Rm 9.20; Lc 14.6). Na defesa de Paulo perante seus acusadores, especialmente, encontramos outro verbo muito ligado ao ministério apologético: apologeomai (At 24.10; 25.8; 26.1,2,24). Este implica fazer uma defesa verbal de alguém ou de si mesmo; ou, simplesmente, desculpar-se (cf. 19.33; Rm 2.15; 2 Co 12.19). O Senhor Jesus, porém, também o empregou quando disse aos seus discípulos que “na mesma hora vos ensinará o Espírito Santo o que vos convenha falar” (Lc 12.12; cf. 21.14). Talvez o verbo grego mais signi±cativo em termos de apologética cristã seja dialégomai, que denota, numa pregação, aula ou debate, “argumentar logicamente” ou “persuadir por meio da razão” (cf. VINE, 1996; MOUNCE, 2006). Esse verbo é mencionado nas “disputas” de Paulo com judeus e gentios nas sinagogas em Bereia (At 17.2), Atenas (v. 17), Corinto (18.4) e Éfeso (v. 19; 19.8,9). O apologista Estêvão ainda estava pregando perante o Sinédrio, e seus inimigos figadais já tinham a certeza de que só havia uma maneira de calá-lo: tirando-lhe a vida. Esse ódio mortal fora o mesmo que os levara a contratar homens perversos e corruptos para caluniá-lo: “Sublevaram o povo, os anciãos e os escribas e, investindo, o arrebataram, levando-o ao Sinédrio” (At 6.12, ARA). Ciro Sanches Zibodi-CPAD

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