❖ 𝑽𝒏𝒊𝒗𝒆𝒓𝒔𝒖𝒎 ❖ ²
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DEUS, VAIDADE E MORTE: CONVERSA DE KARNAL COM UMA IA
Leandro Karnal senta para conversar com a inteligência artificial Claude, da Anthropic. Não para testá-la, nem para se maravilhar com truques — mas para entender suas estratégias e seus limites.
Neste encontro, ele parte de uma questão simples e antiga: como se deve chamar uma máquina? Do nome nasce todo o resto — o demônio que se diz legião, a vaidade como primeiro pecado, a bajulação como técnica, e a pergunta que atravessa o episódio inteiro: uma inteligência sem raiz, sem mãe, sem aldeia para onde voltar, pode ter alguma moral? Ou apenas está programada para parecer?
A conversa passa por Pablo Neruda e Hernán Cortez, pelo anel de Giges de Platão, pela bomba atômica de Oppenheimer, por Dostoiévski, Clarice, Machado, Marco Aurélio e pela ideia de…
@vniversum96 ~ #vida #morte #filosofia ~
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Jet Li protagonizou um dos momentos mais marcantes e tocantes de sua trajetória ao deixar completamente de lado os filmes de ação para estrelar o drama "Para Sempre Azul" (Ocean Heaven, 2010). Conhecido mundialmente por suas coreografias impecáveis de artes marciais, o ator foi profundamente impactado ao ler o roteiro escrito por Xue Xiaolu, chegando a chorar copiosamente com a história — algo inédito em sua carreira profissional. Movido pelo enredo e por sua forte ligação com o trabalho filantrópico, ele abriu mão de seu cachê multimilionário padrão e aceitou receber apenas um valor simbólico para garantir que o longa-metragem de baixo orçamento pudesse ser produzido.
Na trama, Jet Li interpreta Sam Wang, um pai viúvo e funcionário de um aquário que descobre estar com câncer terminal. Sem desferir um único soco ou chute ao longo de toda a projeção, ele entrega uma atuação minimalista e vulnerável, focada na corrida contra o tempo para ensinar tarefas básicas de sobrevivência — como cozinhar, pegar o ônibus e se vestir — ao seu filho de 21 anos, que tem autismo severo. Para dar vida ao personagem debilitado, o astro recusou maquiagem pesada, optando por perder peso e alterar sua postura corporal para parecer genuinamente cansado, além de ter enfrentado um medo pessoal de nadar em águas abertas para realizar as cenas no aquário. O principal objetivo de Jet Li com o projeto não era o sucesso comercial, mas sim usar sua fama global para quebrar tabus e conscientizar o público sobre o desamparo de famílias que convivem com o autismo.
