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TRATAMENTO
O tratamento varia de acordo com o estágio da doença, as características do tumor e as condições clínicas do paciente. Pode incluir cirurgia, radioterapia, terapia hormonal e outras modalidades terapêuticas. Nos casos de doença metastática, podem ser utilizadas terapias sistêmicas e radioterapia, conforme a localização e a extensão da doença. Os cuidados paliativos podem ser indicados para pacientes com doença grave e progressiva, com o objetivo de controlar sintomas e melhorar a qualidade de vida.
A escolha do tratamento deve ser individualizada e realizada pela equipe de saúde responsável pelo acompanhamento do paciente.
FONTE: Ministério da Saúde e Instituto Nacional de Câncer (INCA).
CÂNCER DE PRÓSTATA
O QUE É?
O câncer de próstata é um tumor maligno que se origina na próstata, uma glândula localizada abaixo da bexiga e que envolve a parte superior da uretra. No Brasil, é o câncer mais incidente entre os homens, desconsiderando os tumores de pele não melanoma.
SINTOMAS
Na fase inicial, o câncer de próstata pode não apresentar sintomas. Quando presentes, os principais sinais e sintomas podem incluir:
1. Dificuldade para urinar;
2. Demora para iniciar ou finalizar a micção;
3. Diminuição do jato urinário;
4. Sangue na urina;
5. Necessidade de urinar com maior frequência, inclusive durante a noite.
FATORES DE RISCO
Os principais fatores associados ao aumento do risco incluem:
1. Idade avançada, especialmente após os 60 anos;
2. Histórico familiar de câncer de próstata, especialmente em pai ou irmão diagnosticados antes dos 60 anos;
3. Sobrepeso e obesidade, particularmente associados ao maior risco de doença avançada.
(CONTINUAÇÃO)
DIAGNÓSTICO
O diagnóstico é realizado principalmente por meio da avaliação clínica e pode ser complementado pela análise do líquido cefalorraquidiano (LCR ou líquor) e por exames eletrofisiológicos, como estudos de condução nervosa e eletromiografia.
TRATAMENTO
O tratamento da síndrome de Guillain-Barré está disponível no Sistema Único de Saúde (SUS) e é realizado principalmente durante a fase aguda da doença. As principais terapias específicas incluem imunoglobulina intravenosa e plasmaférese.
Também são necessários suporte hospitalar e, conforme a gravidade do quadro, suporte respiratório e monitoramento de possíveis complicações. Após a fase aguda, não há necessidade de tratamento de manutenção, sendo a reabilitação fundamental para a recuperação das funções comprometidas.
A recuperação pode ser lenta e durar meses ou, em alguns casos, mais tempo, podendo permanecer algum grau de fraqueza ou outras sequelas.
FONTE: Ministério da Saúde.
SÍNDROME DE GUILLAIN-BARRÉ (SGB)
O QUE É?
A síndrome de Guillain-Barré (SGB) é um distúrbio autoimune raro no qual o sistema imunológico ataca os nervos periféricos. Geralmente, ocorre após uma infecção, especialmente por Campylobacter jejuni, bactéria que pode causar diarreia. Outras infecções também estão associadas à SGB, incluindo Zika, dengue, chikungunya, influenza, HIV, entre outras.
SINTOMAS
Os sintomas geralmente começam com dormência, formigamento ou outras alterações da sensibilidade, principalmente nos pés e nas pernas. Em seguida, pode ocorrer fraqueza muscular progressiva, frequentemente com padrão ascendente, atingindo os membros inferiores e podendo se estender para os braços, tronco e face. Também podem ocorrer redução ou ausência dos reflexos, dor neuropática e alterações da coordenação motora.
Nos casos graves, pode ocorrer paralisia e comprometimento dos músculos respiratórios, podendo causar insuficiência respiratória e risco de morte.
(CONTINUAÇÃO)
