Ecio Costa
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Os pequenos negócios enfrentam desafios crescentes, com o número de empresas em recuperação judicial alcançando recordes. A alta taxa de juros, adotada para conter a inflação, e as novas previsões de aumento nos preços agravam ainda mais essa situação. Como você vê o futuro dos pequenos empreendimentos em nosso país?
Assista ao vídeo completo acessando o link: https://www.youtube.com/watch?v=Mu7wadGBiEQ
#economia #negocios
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| 3 | A Desaceleração do Emprego e a Possível Nova Rota dos Juros Globais
🗣️ O mercado financeiro opera na sintonia fina dos dados diários, e os números mais recentes sobre o mercado de trabalho, tanto nos EUA quanto no Brasil, trouxeram uma mensagem clara de que a engrenagem da geração de empregos está perdendo tração. A divulgação do Payroll americano e do Caged brasileiro apontou para uma nítida diminuição no ritmo de contratações. Em um primeiro momento, isso pode soar como um alarme para a economia real. No entanto, no complexo tabuleiro da política monetária, essa desaceleração é exatamente o gatilho que os investidores aguardavam para precificar uma reversão nas expectativas, inaugurando um cenário talvez mais favorável para os juros.
📌 Nos EUA, o relatório do Payroll (folha de pagamentos não-agrícola) evidenciou uma criação de vagas sensivelmente abaixo das projeções, acompanhada de uma moderação muito bem-vinda nos ganhos salariais. Para o Federal Reserve (Fed), o banco central americano, essa é uma notícia a ser comemorada com certa cautela. A resiliência do mercado de trabalho vinha sendo o principal obstáculo para o início de um ciclo de afrouxamento monetário, pois o pleno emprego e o aumento da renda pressionavam a inflação de serviços. Com o mercado esfriando de forma controlada, consolida-se a tese de que a política restritiva finalmente surtiu efeito. Isso abre espaço no horizonte para que o Fed comece a cortar as taxas de juros, alterando o fluxo de capitais no mundo inteiro.
📊 Aqui no Brasil, os dados do Caged ecoam um movimento semelhante de perda de fôlego. Embora o país ainda mantenha um saldo positivo no acumulado do ano, o ritmo de novas admissões com carteira assinada mostra evidentes sinais de fadiga. Essa desaceleração reflete o peso do longo período de juros reais elevados. A Selic em patamar contracionista encarece o crédito para as empresas, freia os investimentos corporativos e limita a capacidade de expansão dos quadros de funcionários. A economia brasileira exibe, portanto, os sintomas da freada exigida pelo Banco Central para ancorar a inflação.
📑 A intersecção desses dois cenários cria uma janela de oportunidade extremamente valiosa para o Brasil. A iminência de menores juros nos EUA reduz a atratividade dos títulos do tesouro americano, provocando uma reprecificação global de ativos. O capital, em busca de rentabilidade, tende a fluir com mais força para mercados emergentes, o que alivia diretamente a pressão sobre as nossas contas externas e a nossa moeda. O impacto imediato dessa migração é a perda de força do Dólar perante o Real.
🚨 Um câmbio mais comportado e valorizado atua como um escudo contra a inflação importada, barateando os insumos industriais, fertilizantes e combustíveis. Esse alívio externo é o ingrediente para dar conforto ao Comitê de Política Monetária (Copom). Com o Fed baixando os juros lá fora e a taxa de câmbio sob controle por aqui, o Banco Central ganha margem de manobra para continuar a trajetória de queda da Selic sem desancorar as expectativas do mercado.
⁉️ Você acha que os dados irão influenciar na queda de juros nos EUA e Brasil?
🎧 Ouça minha coluna e saiba mais!
https://open.spotify.com/episode/372xJ0Vsi9xfD3BAbIllvB?si=d157cc4e659f4238
Fonte: @eciocosta
📷: @eciocosta
Apoio: @cedesconsultoriaeplanejamento
#EcioCosta #EconomiaeNegócios #empresas #mercado #política #negócios | 16 |
| 4 | Muitos empreendedores ainda confundem a importância do caixa com o desejo de crescimento. Investir em maquinário pode ser tentador, mas isso pode comprometer a liquidez necessária para as operações diárias. O equilíbrio entre liquidez e rentabilidade é fundamental para a saúde financeira do negócio. Como você gerencia esse equilíbrio na sua empresa?
Conheça também a Comunidade Economia e Negócios, onde você encontra análises exclusivas, insights aprofundados e estratégias que fazem a diferença no seu entendimento do mercado brasileiro.
🔗 Acesse a comunidade pelo link: https://eciocosta.com.br/comunidade/
#economia #negocios | 16 |
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| 6 | O Dilema do Simples Nacional: Ajuste Necessário x Impacto Fiscal e a Reforma Tributária
🗣️ O debate econômico e legislativo no Brasil ganha um novo capítulo com a proposta de ampliação do teto de faturamento do Simples Nacional. A articulação para elevar o limite do regime simplificado dos atuais R$ 4,8 milhões para R$ 8 milhões anuais coloca duas realidades da nossa economia: a asfixia inflacionária sobre a tributação das pequenas e médias empresas e o frágil equilíbrio das contas públicas da União. Essa proposta vem na mesma esteira que foi proposto pelo governo federal para ampliar o MEI de R$ 80 mil para R$ 110 mil ou 140 mil por ano.
A Correção de uma Defasagem Histórica
📑 Para compreender a urgência do setor produtivo, é preciso entender que o limite atual de R$ 4,8 milhões foi estabelecido em 2018. De lá para cá, o Brasil acumulou uma inflação expressiva que corroeu drasticamente o valor real desse teto. Na prática, muitas empresas estão sendo desenquadradas e expulsas do Simples Nacional não porque expandiram seus negócios de forma estrutural ou aumentaram suas margens de lucro, mas simplesmente porque repassaram os custos inflacionários para os preços de seus produtos e serviços.
📌 Esse fenômeno cria um abismo tributário. O salto da carga de impostos e da burocracia ao passar para o regime de Lucro Presumido ou Lucro Real é tão abrupto que funciona como uma punição ao crescimento. Para evitar essa transição, muitos empreendedores freiam contratações, seguram investimentos, limitam seu faturamento ou recorrem à divisão artificial de empresas (criação de múltiplos CNPJs). A atualização do limite para R$ 8 milhões atua, portanto, como uma correção de rota essencial para destravar o dinamismo das pequenas e médias empresas, que historicamente são os grandes motores da geração de emprego no país.
O Choque Fiscal e a Reforma Tributária
📊 Se na microeconomia a medida representa um alívio fundamental, na macroeconomia ela impõe um desafio formidável. O impacto projetado dessa ampliação nas contas governamentais é de R$ 50 bilhões anuais em renúncia fiscal. Em um momento em que a equipe econômica luta de forma exaustiva para zerar o déficit primário e conter a escalada da Dívida Bruta do Governo, abrir mão dessa arrecadação adiciona forte pressão sobre o risco fiscal. Sem compensações, isso se traduz em juros mais altos e pressão cambial.
‼️ Além do custo imediato nas contas públicas, a ampliação esbarra diretamente no desenho da Reforma Tributária. A premissa do novo modelo — baseado no Imposto sobre Valor Agregado (IVA) dual, com a criação do IBS e da CBS — é garantir uma base ampla de arrecadação com o mínimo de exceções possíveis, permitindo uma alíquota padrão menor para a economia como um todo. Expandir a base de empresas em um regime diferenciado vai na contramão dessa lógica de simplificação universal. Quanto mais empresas permanecerem à margem da cadeia de não cumulatividade plena do novo IVA, maior tenderá a ser a alíquota padrão exigida das empresas que operam fora do Simples para que o Estado mantenha sua arrecadação neutra.
O Caminho do Equilíbrio
📢 O país encontra-se diante de um dilema em que os dois lados possuem fortes argumentos. Atualizar o teto do Simples Nacional é uma questão de justiça tributária, correção da inflação e fomento ao empreendedorismo. No entanto, em economia, toda renúncia tem um custo de oportunidade. A viabilidade dessa proposta exigirá extrema maturidade do Congresso e do Executivo para encontrar fontes compensatórias críveis ou efetuar cortes estruturais de gastos. Sem essa contrapartida, o benefício concedido à base empreendedora hoje será dolorosamente anulado pela elevação do custo do crédito amanhã.
⁉️ O limite do Simples Nacional deveria ser ampliado para R$ 8 milhões por ano?
🎧 Ouça minha coluna e saiba mais!
https://open.spotify.com/episode/4zBqaRl6kgyuWqDZVsz4gZ?si=a5abb602e145467c
Fonte: @poder360
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#EcioCosta #EconomiaeNegócios #empresas #mercado #política #negócios | 15 |
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| 8 | ⁉️ Será que aprenderemos esta lição na próxima gestão do governo federal?
🎧 Ouça minha coluna e saiba mais!
https://open.spotify.com/episode/77MFMflLi1rGSsRUfk6C2H?si=43e8915134574001
Fonte: @poder360
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#EcioCosta #EconomiaeNegócios #empresas #mercado #política #negócios | 20 |
| 9 | O Peso de R$ 1 Trilhão: O que o governo fez com o valor deste aumento do endividamento em 3 anos e meio?
🗣️ A sustentabilidade das contas públicas brasileiras voltou a ocupar o centro das preocupações do mercado financeiro e do setor produtivo. A divulgação de que a Dívida Bruta do Governo Geral (DBGG) — o principal termômetro da saúde fiscal do país — atingiu o preocupante patamar de 81,1% do PIB em maio expõe a fragilidade das contas públicas. Mais do que o número isolado, o que acende o sinal de alerta é a velocidade e a forte inclinação dessa curva de endividamento.
📈 Para compreender a gravidade da situação, é preciso olhar para a dinâmica recente. Desde o início da atual administração, a dívida pública brasileira deu um salto impressionante de 9,4 pontos percentuais. Mas o que esse percentual estatístico significa no mundo real, quando o traduzimos para valores monetários?
💰 Considerando que o PIB brasileiro acumulado em 12 meses orbita a casa dos R$ 11,5 trilhões, um avanço de 9,4 pontos percentuais representa um acréscimo de aproximadamente R$ 1,08 trilhão ao endividamento do Estado. É como se, em um curtíssimo espaço de tempo, 3 anos e meio, o país tivesse contraído uma nova dívida de mais de um trilhão de reais apenas para manter a engrenagem da máquina pública rodando, sem que essa montanha de recursos tenha se traduzido em ganhos proporcionais de infraestrutura, inovação, produtividade ou melhoria estrutural para a base da pirâmide social.
🏗️ Para se ter uma ideia, o Bolsa Família tem orçamento de R$ 158,6 bilhões para 2026, atendendo 19,3 milhões de famílias. O orçamento para finalizar a Transnordestina até Pecém e Suape é de R$ 16 bilhões. R$ 1 trilhão seria o valor necessário para universalizar o acesso a saneamento básico, atendendo 100% de todos os lares com água e esgoto tratados. Outros exemplos dão a noção de quanto dinheiro está sendo gasto com juros oriundos de um descontrole fiscal crescente.
⚠️ Esse salto trilionário não ocorre por geração espontânea. Ele é o sintoma de um modelo que insiste em colocar a expansão do gasto à frente da capacidade de arrecadação. A raiz desse aumento passa por dois motores principais:
Déficit Primário Recorrente: O governo tem gastado sistematicamente mais do que arrecada. A expansão desmedida de despesas e a dificuldade em contingenciar o orçamento esvaziaram a credibilidade da meta do novo arcabouço fiscal. Sem a entrega de superávits primários consistentes, o Tesouro Nacional é obrigado a emitir mais títulos da dívida no mercado para fechar a conta todo mês.
A Conta dos Juros: Com o risco fiscal em alta, o mercado cobra um prêmio maior para financiar o Brasil. Isso neutraliza os esforços e obriga o Banco Central a manter a taxa Selic em patamares contracionistas. Como grande parte da nossa dívida é indexada à própria Selic, o custo de carregamento desse passivo explode, retroalimentando o chamado déficit nominal do país.
🏭 Engana-se quem pensa que o problema da dívida pública fica restrito à Brasília. Quando o Estado precisa captar R$ 1 trilhão a mais no mercado para se financiar em tão curto espaço de tempo, ele concorre diretamente com a iniciativa privada. O capital que deveria estar livre nos bancos para financiar a construção de uma nova fábrica, a inovação tecnológica no campo ou a expansão de um pequeno comércio acaba sendo sugado pelo Tesouro Nacional. Esse fenômeno, conhecido na literatura econômica como crowding out, enxuga a liquidez e encarece o crédito para todos.
📢 A pergunta que fica é: O Brasil avançou em que áreas ou investiu em que para aumentar o seu endividamento em R$ 1 trilhão? O Brasil encontra-se em uma encruzilhada estrutural. Não há mágica contábil que sustente uma dívida crescendo a essa velocidade. Para evitar uma crise de confiança ainda mais severa — que fatalmente desaguaria em pressão cambial e inflação —, o país precisa abandonar a ilusão do gasto desenfreado e assumir, com urgência e pragmatismo, um compromisso com o controle estrutural de despesas. | 15 |
| 10 | A taxa de juros atua como um instrumento para controlar a inflação, impactando diretamente a movimentação da economia. Para o consumidor, isso significa um aumento nos custos de crédito, tornando os financiamentos mais caros. Já para os pequenos empresários, o efeito é ainda mais severo, uma vez que eles enfrentam maiores dificuldades para acessar crédito em comparação às grandes empresas. Como você vê essa situação?
Assista ao vídeo completo acessando o link: https://www.youtube.com/watch?v=lkUvJ1MYzeU
#economia #negocios | 20 |
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| 12 | No mesmo dia que é divulgado forte déficit fiscal, mais medidas de expansão de crédito são anunciadas
🗣️ A condução da política econômica brasileira frequentemente flerta com a perigosa linha que separa o fomento ao desenvolvimento do mero populismo fiscal. O retrato mais recente dessa dinâmica ocorreu na revelação dos últimos dados das contas públicas. No exato dia em que o governo central — composto pelo Tesouro, Banco Central e Previdência — divulgou um rombo primário de R$ 53,3 bilhões referente ao mês de maio, anunciou-se, em contrapartida, a criação de mais uma rodada de programas de crédito com recursos estatais.
📊 Os números fiscais por si só já exigem máxima cautela. O déficit de maio de 2026 é 26,3% pior do que o registrado no mesmo mês do ano anterior. O descompasso é evidente e preocupante: enquanto a receita líquida do governo apresentou um avanço de 5,5% em termos reais, as despesas totais saltaram 9,4%. Em vez de sinalizar uma contenção de gastos diante desse buraco, a resposta governamental veio na forma de novos estímulos, batizados de "Desenrola Adimplentes" e "Fies Empreendedor".
📑 As iniciativas preveem a injeção de R$ 4 bilhões originários do Tesouro Nacional. A destinação desses recursos foi estruturada em duas frentes. O Desenrola Adimplentes prevê R$ 3 bilhões focados em permitir que trabalhadores informais renegociem ou tomem novos empréstimos pessoais de até R$ 15 mil. Trata-se do saldo devedor remanescente de operações anteriores, agora repactuado com juros supostamente mais baixos. O Fies Empreendedor destina R$ 1 bilhão a egressos do Fies que mantêm o financiamento estudantil rigorosamente em dia, oferecendo linhas de crédito de R$ 80 mil para pessoas físicas e R$ 180 mil para pessoas jurídicas.
📌 O Ministério da Fazenda argumenta que esses recursos serão utilizados em operações financeiras reembolsáveis, o que, na rígida teoria contábil, não geraria impacto direto no resultado primário das contas públicas. A realidade macroeconômica brasileira, no entanto, é muito menos complacente.
📢 Convivemos com uma inadimplência estrutural alarmante, agravada por taxas de juros invariavelmente elevadas. Levantamentos da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do SPC Brasil atestam que atingimos a impressionante marca de 75,06 milhões de consumidores negativados. Esse contingente representa 44,8% de toda a população adulta do país, com a faixa etária dos 30 aos 39 anos concentrando o maior volume de endividados (18,23 milhões de pessoas).
‼️ Com um histórico de calotes dessa magnitude, a probabilidade de que essas novas linhas de crédito não retornem aos cofres públicos é alta. Na prática, a inadimplência acabará se transformando em passivo para o Estado, repercutindo negativamente sobre uma dívida pública já sob forte estresse.
🚨 A embalagem dessas medidas em pleno ano de eleição presidencial revela um inegável viés eleitoreiro. Incentivar a tomada de novos financiamentos por uma população que, em sua grande maioria, carece de educação financeira sólida é uma estratégia imediatista. Os cidadãos correm o risco de se aprisionar em novas dívidas para manter um padrão de consumo ou de operação irreal, enquanto o Estado aprofunda o seu desequilíbrio fiscal futuro. O desenvolvimento econômico não se constrói com crédito fácil financiado por déficit, mas com responsabilidade nas contas públicas, segurança jurídica e ganhos estruturais de produtividade.
⁉️ Você acha que mais programas serão anunciados?
🎧 Ouça minha coluna e saiba mais!
https://open.spotify.com/episode/4CrS55bo9kpOGzyhjt7hTC?si=d5160f7d084045b7
Fonte: @poder360
📷: @poder360
Apoio: @cedesconsultoriaeplanejamento
#EcioCosta #EconomiaeNegócios #empresas #mercado #política #negócios | 26 |
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| 14 | A janela de preparação está se fechando
🌎 O que vai acontecer na economia global e brasileira até 2027 já está contratado pelos números de hoje. O colapso não é um evento isolado, é um processo de desgaste que já começou. Enquanto a maioria esmagadora dos empresários está anestesiada pelo dia a dia, um pequeno grupo está ajustando velas, cortando pesos mortos e preparando o caixa. Você prefere ser o capitão que antecipa a tempestade ou o marinheiro que afunda abraçado ao mastro?
📌 O evento "O Colapso de 2027" já é no dia 30/06/2026. Só entra quem já é membro ativo da Comunidade Economia e Negócios. Mesmo que você não possa estar ao vivo, a gravação e todo o material de apoio estarão te esperando na área de membros, junto com nossos cursos completos e biblioteca de ebooks estratégicos. É a sua última chance de acessar a inteligência de mercado antes da virada do ciclo.
🔗 https://eciocosta.com.br/comunidade/ | 29 |
| 15 | A expansão fiscal excessiva tem levado a um endividamento elevado, resultando em inflação sem o crescimento econômico desejado. Essa situação é preocupante e terá reflexos no próximo ano, independentemente do vencedor das eleições. Como você acredita que devemos enfrentar esse desafio?
Assista ao vídeo completo acessando o link: https://www.youtube.com/watch?v=jFeQAKurxUY
#economia #negocios #eciocosta | 25 |
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| 17 | O Investimento Estrangeiro Direto no Brasil Continua Salvando o Déficit Crescente das Contas Externas
🗣️ O cenário macroeconômico brasileiro apresenta uma dicotomia relevante neste ano de 2026. Enquanto o mercado financeiro de curto prazo reflete cautela, a economia real captura um movimento oposto e aparentemente promissor. Os dados mais recentes revelam que o Investimento Estrangeiro Direto (IED) no Brasil somou US$ 37,9 bilhões apenas entre janeiro e maio. Trata-se do terceiro maior valor já registrado desde o início da série histórica para o período, ultrapassando, em cinco meses, a metade de toda a projeção do Banco Central para o ano.
📑 Esse fluxo de capital produtivo atua como um amortecedor estrutural. Historicamente, o país lida com um forte e crescente déficit em conta corrente — atualmente na casa dos 2,6% do PIB. No entanto, o volume de IED acumulado em 12 meses atingiu US$ 83,3 bilhões, o equivalente a 3,4% do nosso PIB. Na prática, a entrada de recursos estrangeiros voltados para a produção é mais do que suficiente para financiar o nosso rombo nas contas externas com folga, garantindo solvência e afastando pressões mais agudas sobre o câmbio e crises de fuga de capital.
📌 Mas o que explica esse apetite contínuo do investidor global pelo Brasil? A resposta passa por uma combinação de virtudes internas construídas ao longo do tempo. A atratividade atual é, em grande medida, fruto das reformas econômicas implementadas ao longo da última década, que modernizaram marcos regulatórios fundamentais e deram maior previsibilidade jurídica ao ambiente de negócios.
📊 Somam-se a isso as nossas exportações elevadas, fortemente impulsionadas pelo ciclo favorável de commodities, e a retomada do crescimento real da renda. Um mercado consumidor interno com mais de 200 milhões de habitantes, cujo poder de compra vem sendo resgatado, torna-se um polo atrativo de alocação. Há ainda um componente geopolítico: em um mundo marcado por profunda instabilidade e tensões, o Brasil consolida-se como um porto seguro logístico e energético, favorecido, também, pelas expectativas otimistas com o avanço do acordo Mercosul-União Europeia.
🚨 Os recursos que desembarcam têm endereço certo, irrigando os setores financeiro, de alimentos, de celulose e de máquinas elétricas. Com projeção de um IED de US$ 79 bilhões até o fim do ano, a mensagem estratégica deixada pelos mercados globais é clara. O investidor especulativo pode até hesitar na hora de alocar recursos de curtíssimo prazo para comprar ações na bolsa de valores em um momento de juros globais elevados. Contudo, o investidor da economia real pensa no longo prazo e nas oportunidades que se apresentam. Os dados mostram que ele está disposto a construir fábricas, investir em tecnologia e fincar raízes no Brasil.
⁉️ Você acha que este cenário vai continuar se sobrepondo às incertezas fiscal e política?
🎧 Ouça minha coluna e saiba mais!
https://open.spotify.com/episode/100fjtTVWKk13R3U0MlWuS?si=456b1160ccc14f04
Fonte: @eciocosta
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#EcioCosta #EconomiaeNegócios #empresas #mercado #política #negócios | 26 |
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| 20 | Sorte não paga folha de pagamento
🌍 Ignorar a macroeconomia é como ignorar a gravidade: você pode até tentar, mas as consequências são inevitáveis. Os juros, a inflação e as políticas governamentais vão impactar a sua margem de lucro, quer você queira, quer não. Faltam poucos dias para a nossa imersão profunda naquilo que vai definir os vencedores e perdedores do próximo ciclo. Quem ficar de fora desse mapa estratégico vai ter que navegar os próximos anos confiando na sorte. E sorte não paga folha de pagamento.
⏳ Última chamada. O evento "Colapso em 2027? O que a Economia Brasileira e Mundial Esconde para o Próximo Ciclo" acontece no dia 30/06/2026. Esta é a mesma análise pela qual grandes corporações pagam até R$15.000 para ter acesso. E ela estará disponível para você, de forma clara e aplicável, dentro da Comunidade Economia e Negócios. Não espere a bomba estourar para procurar um escudo.
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