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Destaques corporativos | 15 de outubro de 2026
Todas as manhãs, você recebe essa seleção com as principais notícias do dia.
Boa leitura e bons investimentos.
1.
Direcional
Os lançamentos da Direcional chegaram a um valor geral de venda (VGV) potencial de R$ 1,35 bilhão no terceiro trimestre, uma queda de 37,1% na comparação anual.
2.
Plano&Plano
A incorporadora Plano&Plano registrou no terceiro trimestre cinco lançamentos, que somaram um valor geral de venda (VGV) potencial de R$ 1,07 bilhão, queda de 50% sobre o mesmo período de 2025, quando a companhia lançou nove empreendimentos.
3.
Melnick
A incorporadora Melnick, que atua na Região Sul, lançou um novo empreendimento no terceiro trimestre, com valor geral de venda (VGV) potencial de R$ 23 milhões, considerando apenas a participação da Melnick, o que representa uma queda de 80,7% sobre igual período do ano passado.
4.
Americanas
A Americanas, em recuperação judicial, informou que a Justiça do Rio de Janeiro aprovou a venda de três imóveis da companhia por cerca de R$ 130 milhões, após a ausência de interessados concorrentes nos processos competitivos de alienação dos ativos.
5.
Telefônica Brasil
O conselho de administração da Telefônica Brasil aprovou o pagamento de juros sobre capital próprio no montante líquido de R$ 371,25 milhões, o equivalente a R$ 0,11617 por ação.
6.
PDG
Os acionistas da PDG aprovaram a destituição do atual conselho de administração da companhia e elegeram novos membros para a sua composição.
7.
Cogna
A BlackRock atingiu uma participação na Cogna de 104.345.370 ações ordinárias, representando aproximadamente 5,055% do total de papéis ordinários emitidos pela companhia.
8.
Prio
A gestora Orbis Investment Management Limited passou a deter 44.020.546 ações ordinárias da Prio, o equivalente a 5,05% do capital social da empresa.
9.
Even
As vendas líquidas da Even no terceiro trimestre totalizaram R$ 268 milhões, sendo R$ 185 milhões na parte pertencente à empresa, uma queda anual de 77,5%.
10.
Itaú
O Itaú Unibanco selou um acordo para adquirir 35% da Prisma Capital, gestora de ativos alternativos que reúne cerca de R$ 28 bilhões. Trata-se de um investimento estratégico na asset fundada em 2017, nos moldes do que o banco fez na Kinea décadas atrás.
@SharkSignalsCripto