A família e seus direitos
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Grupo para divulgar conteúdo e tirar dúvidas sobre os direitos e poderes dos pais e mães, inclusive sobre educação
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“Grupo para divulgar conteúdo e tirar dúvidas sobre os direitos e poderes dos pais e mães, inclusive sobre educação”
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VACINAÇÃO E EDUCAÇÃO DOMICILIAR
Pergunta:
Bom dia doutor!! Como agir sobre essa notícia? O senhor sabe como funciona?
Gostaria de saber,será que descobrirão sobre HS?através desta busca ativa de vaxx.?
https://www.google.com/amp/s/g1.globo.com/google/amp/saude/noticia/2023/07/07/campanha-de-multivacinacao-tera-datas-regionais-e-vai-buscar-ate-na-escola-quem-nao-tem-vacina-entenda.ghtml
Resposta:
As vacinas compulsórias incluem aquelas previstas no Plano Nacional de Imunização e as "contra" a Covid (expliquei sso em outros posts). Não existe porém vacinação forçada no Brasil, ou seja, não podem vacinar as crianças a revelia dos pais. Também não é possível negar o acesso à escola por falta de vacinação.
O que pode ser feito é a comunicação do fato para o conselho tutelar, que pode requerer que a família realize a vacinação. Caso a família não o faça, o conselho passa o caso para o promotor ou juiz.
Nunca tive notícias de família que perdeu a guarda dos filhos somente por ausência de vacinação. Aliás, também não tenho notícias de multas aplicadas a famílias apenas por ausência de vacinação.
Qualquer pessoa pode denunciar uma família educadora ao conselho tutelar. Lembrem-se porém que só é possível entrar na casa de alguém contra a vontade do dono se houver flagrante delito ou mandado judicial. Assim, ninguém é obrigado a receber em casa agentes de saúde ou outros agentes públicos.
DIREITOS HUMANOS, EDUCAÇÃO E IDEOLOGIA DE GÊNERO
DR. ALEXANDRE MAGNO FERNANDES MOREIRA (Bélgica), Advogado, Pós-graduado em Direito Penal e Processo Penal, Mestrado em Direito (Vanderbilt University), Doutorando em Direito Educacional (KU Leuven, Bélgica). Especialista em Direito Educacional, Homeschooling, Direito das Famílias. Procurador do Banco Central. Consultor Jurídico Adjunto e Presidente da Comissão de Ética do Ministério dos Direitos Humanos. Professor de Direito Educacional. Autor de diversos livros, inclusive, "Educar é libertar: uma nova abordagem aos desafios da educação no Brasil", "Direito Penal Contemporâneo", "O Direito à educação domiciliar", "Direito Educacional Contemporâneo", "Direito à Educação: fundamento e prática".
Pronunciamento na Audiência Pública "GRAVES CONSEQUÊNCIAS DO ENSINO DA IDEOLOGIA DE GÊNERO NAS ESCOLAS DO PARANÁ", na Assembleia Legislativa do Paraná (ALEP)
10/07/2023
https://youtu.be/neScOxugkyI
Íntegra Audiência Pública
https://www.youtube.com/live/v7zjYaoJsZs?feature=share
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É HOJE!
Caríssimas Famílias Educadoras, nós da AFESC, temos a honra de informar que no próximo dia 15 de julho, às 14h, em Joinville, teremos um evento com a presença de nosso amigo e grande defensor dos Direitos da Família e da Educação das crianças, o Dr. Alexandre Magno.
Os interessados podem fazer sua inscrição no link abaixo.
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScF7Ho1cLf3c5V2niVC1IT8eouUuTSqWcBlRZHPuXGsUbUOng/viewform?usp=sf_link
Para mais informações, podem entrar em contato com o Sr. Diego Vieira, da AFESC - (47)99768-0048
Alguém aqui utiliza a plataforma Knox Kids (https://institutojohnknox.com.br/)? Eu apenas sei que é uma tutoria em educação clássica reforma. Eu gostaria de saber as impressões de quem está usando a plataforma.
PAIS PODEM EXCLUIR LIVROS DA BIBLIOTECA ESCOLAR?
Pergunta:
A família tem o direito de restringir livros de leituras adotados pela escola que na visão dos pais sejam inadequados para a faixa etária ou que vá contra a educação dada pelos pais?
Resposta:
A biblioteca da escola não é uma biblioteca comum, aberta aos maus diversos públicos e interesses. A biblioteca escolar deve ter, como tudo na escola, finalidade educacional, deve contribuir para o desenvolvimento moral e intelectual de crianças e adolescentes.
Então, em primeiro lugar, tudo que estiver na biblioteca deve ter uma finalidade educacional, ao menos instrucional e informativa. Não tem sentido, por exemplo, que nessa biblioteca ajam revistas de fofoca.
Em segundo lugar, os livros da biblioteca escolar devem ser apropriados para cada faixa etária. Então, alguns livros poderão estar disponíveis para estudantes do ensino médio, mas não do ensino fundamental. Obviamente, livros e revistas com conteúdo pornografico são sempre proibidos para menores.
Os pais individualmente não podem excluir livros da biblioteca escolar, mas podem demandar, geralmente por meio do conselho escolar, a exclusão de determinadas obras. Também é relevante que os pais saibam quais livros foram emprestados aos filhos, para fazerem o devido controle.
Pergunta:
A criança não pode levar merenda pra dentro da escola, só pode comer a merenda que a escola oferece?
Resposta:
Boa pergunta! De acordo com o projeto pedagógico ou por decisão do conselho escolar, é possível restringir ou mesmo impedir o consumo de alimentos considerados não saudáveis, como doces, frituras e produtos processados. Isso deve estar em um contexto de "educação nutricional" desenvolvida pela própria escola.
Porém, não é razoável simplesmente impedir que os alunos levem merenda de casa. Primeiro, porque cabe aos pais, dentro de limites razoáveis, definir a alimentação dos filhos (isso está dentro do poder de direção da criação dos filhos); isso é especialmente relevante se há necessidade de seguir uma dieta específica. Segundo, a exigência de adquirir merenda na escola pode configurar venda casada, proibida no Código de Defesa do Consumidor. Existe, porém, um precedente judicial em que essa restrição foi considerada legítima: https://www.conjur.com.br/2014-jul-04/escola-proibir-aluno-levar-lanche-escola.
Princípios de atuação de um psicólogo pró-família
Como um psicólogo pró-família, existem alguns princípios fundamentais que podem orientar sua atuação. Embora esses princípios possam variar dependendo do profissional e das abordagens terapêuticas específicas, aqui estão alguns princípios gerais que muitos psicólogos pró-família podem adotar:
1. Enfoque sistêmico: Um psicólogo pró-família adota uma perspectiva sistêmica, considerando a família como um sistema interdependente de indivíduos. Em vez de se concentrar exclusivamente em um membro individual da família, o terapeuta pró-família trabalha para compreender as dinâmicas familiares e as interações entre os membros.
2. Abordagem colaborativa: O terapeuta pró-família trabalha em parceria com a família, criando um ambiente colaborativo e empático. Isso envolve ouvir ativamente as preocupações e perspectivas de cada membro da família, incentivando a comunicação aberta e o respeito mútuo.
3. Fortalecimento dos relacionamentos familiares: Um objetivo central do trabalho de um psicólogo pró-família é fortalecer os relacionamentos entre os membros da família. Isso pode envolver a identificação e a mudança de padrões de interação disfuncionais, a promoção de habilidades de comunicação saudáveis e a criação de um ambiente familiar mais positivo.
4. Promoção do bem-estar individual e familiar: O terapeuta pró-família também se preocupa com o bem-estar individual de cada membro da família. Isso pode envolver o suporte emocional individual, ajudar os membros a desenvolver habilidades de enfrentamento saudáveis e auxiliar na resolução de problemas pessoais que afetam a dinâmica familiar.
5. Foco na prevenção e intervenção precoce: O psicólogo pró-família reconhece a importância da prevenção e da intervenção precoce. Isso significa abordar os problemas familiares o mais cedo possível, antes que se agravem e causem mais dificuldades. Além disso, o terapeuta pró-família pode fornecer estratégias de prevenção para evitar futuros problemas familiares.
6. Cultura e diversidade: Um psicólogo pró-família valoriza a diversidade cultural e respeita as crenças, valores e práticas de cada família. Eles trabalham para criar um ambiente inclusivo que reconheça e celebre as diferenças culturais e individuais, adaptando suas intervenções terapêuticas para atender às necessidades específicas de cada família.
QUEM FOR DE SANTA CATARINA E SE IDENTIFICAR COM ESSE PERFIL, ENTRE EM CONTATO COMIGO PELO E-MAIL direitosdospais@gmail.com.
Caríssimas Famílias Educadoras, nós da AFESC, temos a honra de informar que no próximo dia 15 de julho, às 14h, em Joinville, teremos um evento com a presença de nosso amigo e grande defensor dos Direitos da Família e da Educação das crianças, o Dr. Alexandre Magno.
Os interessados podem fazer sua inscrição no link abaixo.
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScF7Ho1cLf3c5V2niVC1IT8eouUuTSqWcBlRZHPuXGsUbUOng/viewform?usp=sf_link
Para mais informações, podem entrar em contato com o Sr. Diego Vieira, da AFESC - (47)99768-0048
Hoje foi dia de encontrar as famílias em Curitiba! Sim, é possível protegermos nossos filhos!
Prezados, com base na minha experiência, eu identifiquei as maiores ameaças à família hoje em dia. Gostaria que vocês escolhessem as ameaças mais sérias às famílias de vocês na lista abaixo. Se houver mais alguma ameaça, coloquem nos comentários.
20. A liberdade educacional não é apenas um direito constitucional, mas também uma condição para que a verdadeira educação ocorra. Sem liberdade, não há educação.
Manifesto pela Educação Real: 20 teses sobre Educação
1. Cultive o hábito da pesquisa e da anotação. Aprenda a buscar respostas. Diferencie o fundamental, do secundário e do irrelevante. O primeiro deve ser memorizado (sim, decorado!), o segundo devemos saber onde achar e o terceiro é apenas um passatempo.
2. Tenha a liberdade de escolher os conteúdos, cursos e metodologias que mais lhe interessam. A ideia de uma ordem pré-determinada é uma ilusão vendida pelas instituições educacionais.
3. As habilidades comunicativas (falar, ouvir, ler e escrever) e o raciocínio lógico são fundamentais para qualquer pessoa. O restante dos conteúdos deve ser apresentado de forma introdutória, aprofundando-se apenas se houver interesse específico do aluno.
4. O aprendizado real segue uma sequência: primeiro, identifique um problema a ser resolvido; em seguida, busque informações; apresente uma solução e, por fim, discuta-a com alguém mais experiente. Esse é o método para resolver problemas no dia a dia.
5. A educação real é individualizada e dinâmica. Não existe uma única forma de educar, pois cada pessoa e família possuem condições específicas.
6. Provas e avaliações não medem o verdadeiro desenvolvimento educacional, mas sim a capacidade de memorização temporária. A avaliação do desenvolvimento humano do aluno, em todas as suas dimensões, cabe aos pais com o auxílio de profissionais qualificados.
7. No mundo real, é necessário equilibrar cooperação e individualismo. As crianças devem aprender a resolver seus próprios problemas e colaborar com outros na solução de questões.
8. Com o tempo, crianças e adolescentes precisarão mais de tutores do que de professores. A educação tem como objetivo criar pessoas autônomas e capazes de tomar decisões racionais, orientadas pelos pais e mentores ao longo da vida.
9. A educação não acaba na maioridade ou na conclusão de um curso. Ela é contínua e ao longo da vida, sempre há mais a aprender e desenvolver.
10. Não há separação entre educação e trabalho. As crianças devem assumir responsabilidades domésticas para aprender valores essenciais. Os adultos também devem estar em constante aprendizado em seu trabalho.
11. A educação não é um fim em si mesma. O objetivo não é apenas alcançar níveis mais altos de escolaridade, mas sim desenvolver-se plenamente e realizar o potencial individual.
12. Os métodos educacionais devem se adaptar às necessidades de cada fase da vida. Existem diferentes caminhos para o desenvolvimento humano, portanto, é importante oferecer autonomia às famílias e escolas na escolha da forma de ensinar.
13. Os adolescentes não devem ser pressionados a ingressar no ensino superior, pois nem todos precisam dessa formação para a profissão desejada. Muitas vezes, eles ainda estão imaturos nessa fase da vida.
14. A verdadeira aprendizagem não se resume a absorver informações. Ela ocorre quando somos capazes de selecionar, analisar, sintetizar e aplicar o conhecimento na vida real.
15. Educação não é sinônimo de escolarização. Pessoas bem-educadas podem ter pouca ou nenhuma experiência escolar, enquanto pessoas mal-educadas podem obter títulos acadêmicos.
16. O bem-estar e a felicidade, as verdadeiras finalidades da educação, não estão relacionados ao acúmulo de informações, erudição ou desempenho escolar. São resultado da internalização de valores e atitudes essenciais para uma vida plena.
17. Toda aprendizagem real é voluntária. Se o aluno não entender a importância de aprender algo, apenas memorizará respostas temporariamente.
18. O educando, especialmente a criança, deve ter sua dignidade respeitada e ser tratado como um ser racional, mesmo que sua racionalidade esteja em desenvolvimento. É essencial explicar a importância e necessidade dos conteúdos para estimular a aprendizagem eficiente.
19. Os pais têm o dever de ensinar uma visão de mundo coerente e completa às crianças. Transmitir crenças familiares de forma clara e integral é fundamental para o desenvolvimento psíquico e a capacidade de tomar decisões.
Na próxima segunda-feira, eu estarei discutindo, na Assembleia Legislativa do Paraná, a ideologia de gênero na educação. Vou responder à pergunta fundamental: as crianças têm o direito de serem educadas sem ideologia de gênero?
Alguém me pediu indicação de livros para entender a situação do Brasil e do mundo. O melhor livro atual é, na minha opinião, "The Psychology of Totalitarianism", do psicólogo e professor belga Matias Desmet.
Antes de comentar o livro, um esclarecimento: totalitarismo é um regime político em que o Estado busca controlar não apenas o poder político, mas também a economia, a cultura e até a vida privada das pessoas. É inegável que boa parte do mundo, inclusive o Brasil, está indo nessa direção.
"The Psychology of Totalitarianism" é um livro extraordinário que mergulha nas complexidades psicológicas por trás do totalitarismo. Com uma abordagem perspicaz e uma análise meticulosa, Desmet fornece aos leitores uma compreensão profunda e esclarecedora dos processos psicológicos que permeiam os regimes totalitários.
Desde o início, o autor estabelece uma base sólida, explorando os fundamentos teóricos da psicologia política e traçando paralelos com a história e as experiências vividas por sociedades sob regimes totalitários. Ele utiliza uma variedade de disciplinas, como psicologia social, psicologia política e teoria psicanalítica, para fornecer uma visão holística e multidimensional das dinâmicas sociais em contextos totalitários.
Uma das grandes qualidades deste livro é a habilidade de Desmet em traduzir conceitos psicológicos complexos em uma linguagem acessível, tornando-o atraente tanto para especialistas quanto para leigos. Ele usa exemplos claros e histórias reais para ilustrar suas ideias, tornando a leitura envolvente e cativante.
Desmet mergulha fundo nas motivações humanas por trás da adesão ao totalitarismo, explorando questões como medo, alienação, busca de identidade e conformidade social. Ele argumenta convincentemente que essas motivações podem ser manipuladas por líderes totalitários em busca de poder e controle absoluto. No entanto, o autor também oferece uma mensagem de esperança, destacando a resiliência do espírito humano e a possibilidade de resistência e mudança.
Uma das maiores contribuições deste livro é a análise das estratégias usadas pelos líderes totalitários para exercer seu poder sobre as massas. Desmet examina cuidadosamente técnicas de propaganda, manipulação emocional e criação de inimigos externos para instigar o medo e a desconfiança, elementos cruciais para a manutenção de um regime totalitário. Essa análise profunda é um alerta importante para todos nós, mostrando como a psicologia pode ser explorada para fins nefastos.
Além disso, o livro apresenta um olhar crítico sobre as consequências psicológicas do totalitarismo em longo prazo. Desmet explora as marcas deixadas nas vítimas, nos perpetradores e na sociedade como um todo, oferecendo insights valiosos sobre o processo de recuperação e reconstrução pós-totalitarismo.
Em resumo, "The Psychology of Totalitarianism" é uma obra-prima da psicologia política. Matias Desmet demonstra sua erudição, sua profunda compreensão do tema e sua habilidade em comunicar ideias complexas de maneira clara e envolvente. Este livro é essencial para qualquer pessoa interessada em compreender as raízes psicológicas do totalitarismo e as lições que podemos aprender para evitar sua repetição no futuro.
Infelizmente, ainda não há uma tradução em Português do livro (alô, editoras cristãs!). Para compensar, deixo aqui um entrevista, com legendas em Português, do autor: https://youtu.be/p05iGgQf-wI.
O QUE OS JOVENS PRECISAM SABER SOBRE A PATERNIDADE
1. Criar e educar os filhos é parte crucial do amadurecimento do homem. Quase sempre, o homem sem filhos é pouco mais maduro que um moleque (isso é muito mais radical no homem que na mulher).
2. Sim, filhos dão trabalho, muito trabalho. E dão também amor, realização pessoal e um sentido para a vida. Mesmo por motivos puramente egoístas, é muito melhor ter filhos.
3. Você será literalmente o representante de Deus e da ordem para as crianças. Tenha consciência dessa responsabilidade.
4. Pai e mãe são igualmente importantes para os filhos, mas de forma radicalmente diferente e complementar. Não tente agir como uma mãe para os seus filhos.
5. Você tem o dever de transmitir para as crianças aquilo que você acredita. Deixar de ensinar o seu caminho para as crianças trará um prejuízo incalculável para elas, que poderão ficar perdidas e desorientadas por toda a vida.
6. Se você ainda tem dúvidas sobre as questões fundamentais da religião e da moral, resolva logo essas dúvidas. Crianças precisam de certezas e não de ambiguidades e contradições.
7. Cabe principalmente ao pai estimular os talentos e as capacidades das crianças. Faça com amor, mas nunca deixe de exigir dos filhos que façam mais e melhor.
8. Quando crescerem, seus filhos buscaram fazer um lar como o seu, se foram felizes, ou totalmente o oposto, se não forem. O seu relacionamento com a mãe das crianças vai marcá-las para o resto da vida.
9. Esteja presente para os filhos, mas lembre-se que o principal não é a quantidade de tempo, mas a dedicação e a atenção que se dá no tempo disponível.
10. Exija sempre respeito e obediência. E também respeite seus filhos: a melhor forma de fazer isso é ouvi-los com atenção. Seja humilde: Muitas vezes, eles estarão mais certos que nós.
Saindo de Belo Horizonte. Hora de ir para Florianópolis. Um fantástico encontro com as famílias, e uma lição aprendida.
Primeiro, algumas recordações.
Em 2011, participei da minha primeira conferência de educação domiciliar, na Flórida. Havia uma grande reunião de líderes das comunidades de famílias. Nessa reunião, literalmente 99% das lideranças eram mulheres, mais exatamente mães.
Maio de 2023: encontro da Rede Nacional de Profissionais Pró-Família. 100% dos presentes eram mulheres, quase todas mães.
Pois bem. Em Belo Horizonte, conheci o movimento Mães Direitas, que já obteve importantes vitórias em vários estados brasileiros. Nos Estados Unidos, os movimentos Moms for Liberty e Moms for America estão na linha de frente da defesa das crianças e adolescentes.
Faz todo o sentido. A maior preocupação (alguns diriam "obsessão") de uma mãe é a proteção, do corpo, da alma e da mente de seus filhos. As mães sempre fizeram isso em casa; agora, estão percebendo que isso não basta, pois as crianças e adolescentes são vítimas de predadores em vários outros ambientes, nos quais não há a vigilância direta dos pais.
As Mães Direitas talvez sejam hoje o mais importante grupo conservador do Brasil. E a mensagem delas deve ser ouvida por todos nós: antes de tudo, a prioridade é proteger nossas crianças e adolescentes.
