A família e seus direitos
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Grupo para divulgar conteúdo e tirar dúvidas sobre os direitos e poderes dos pais e mães, inclusive sobre educação
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📊 受众指标与增长动态
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📝 描述与内容策略
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“Grupo para divulgar conteúdo e tirar dúvidas sobre os direitos e poderes dos pais e mães, inclusive sobre educação”
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Cuidado com essa tendência mundial: estão dizendo que os filhos não precisam de autorização dos pais para se vacinarem. No Brasil, a autorização dos pais é indispensável para o menores de 18 anos. https://toronto.citynews.ca/2021/05/24/youth-dont-need-adult-permission-to-get-vaccinated-experts-say/
https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/2021/06/17/educacao-brasileira-esta-em-ultimo-lugar-em-ranking-de-competitividade O maior problema da educação brasileira não é a doutrinação, é a sua irrelevância para a vida prática.
Não vou julgar a conduta da deputada. Tudo aconteceu de forma tão estranha que pode ter sido mesmo uma desatenção dela. O importante é que as famílias não sejam prejudicadas logo agora que estamos tão próximos de conseguir a aprovação do projeto de lei.
É OBRIGATÓRIA PARA CRIANÇAS A VACINA CONTRA A COVID? Pergunta: É obrigatória a vacina Covid para crianças? Se eu for no posto e quiser dar só as outras no meu bebê e essa não, eu tenho esse direito? Resposta: não, não é obrigatória. Primeiro, porque não foi incluída no calendário nacional de vacinação. Segundo, porque não há consenso científico a respeito dessas vacinas.
Todas as escolhas educacionais devem levar em conta, dentre outros fatores, o melhor interesse da criança. Só tem um problema: não existe o mínimo consenso a respeito do que seja exatamente esse melhor interesse da criança. Isso é definido o dia a dia pelos pais.
Vamos em frente, pessoal! A luta de liberdade das famílias é permanente! Só peço para tomarem cuidado: existem pessoas mal intencionadas que entraram há pouco tempo no movimento da educação domiciliar e estão agindo diuturnamente para dividi-lo e enfraquecê-lo. Precisamos acabar com a cizânia. Somos pouco e ainda fracos, e precisamos estar unidos.
Foi isso que aconteceu ontem na reunião para discutir o PL da educação domiciliar no MEC
Momento do desabafo: nos últimos 13 anos, quase todos os dias foram dedicados a um trabalho voluntário pra informar as famílias dos seus direitos, principalmente o direito à educação domiciliar. Nunca busquei holofotes e nem faço propaganda de mim mesmo. Aliás, nunca ganhei nada com isso; só tive despesas. Faço isso porque considero uma missão pessoal, minha contribuição para as famílias (eu tento ser digno de todas as graças que eu recebo). Também não entro em brigas ou disputas. E é com imensa tristeza que vi hoje mais uma oportunidade ser perdida para as famílias. O requerimento de urgência poderia ter sido aprovado hoje e em pouco dias teríamos uma lei para a educação domiciliar, imperfeita é verdade, mas a melhor dentro das possibilidades atuais. Aparentemente, isso não vai acontecer tão cedo. Não vou citar nomes, porque esse não é o meu estilo. Só quero dizer que as famílias de todo o País foram prejudicadas por conta do ego de uma ou duas pessoas, que recusaram o diálogo e partiram pro embate gratuito contra a Aned, que representa as famílias educadoras desde 2010, em um trabalho sério, discreto e desprendido. Hoje foi um dos poucos dias da minha vida em que senti concretamente a atuação dos principados e potestades. Que Deus nos proteja.
ENTROU NA PAUTA O REQUERIMENTO DE URGÊNCIA PARA VOTAÇÃO DO HOMESCHOOLING
Requerimento nº 1.952/20, dos Srs. Líderes, que requer, nos termos do artigo 155 do Regimento Interno da Câmara dos Deputados, regime de urgência para a apreciação do Projeto de Lei nº 2.401, de 2019, do Poder Executivo, que dispõe sobre o exercício do direito à educação domiciliar, altera a Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990 - Estatuto da Criança e do Adolescente, e a Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional (Apensado ao PL 3.179/12). (T 62 e T 64) RELATORA: DEP. LUISA CANZIANI (PTB-PR)
Quem deve ser a principal autoridade educacional para as crianças?
"LINGUAGEM INCLUSIVA NAS ESCOLAS "
Pergunta:
Essa palhacada do tse pode fazer com q as escolas possam ensinar linguagem neutra?
Resposta:
Não há uma vinculação formal entre a Justiça Eleitoral e os sistemas de ensino. Assim, esse manual não é obrigatório para as escolas. PORÉM, o fato dele ter sido feito (é há vários no mesmo estilo, inclusive em escolas), significa que esse tipo de linguagem tende a se tornar hegemônica. É muito importante aos pais lembrar que a gramática do Português é dogmática, ou seja, prevista em normas, como o Acordo Ortográfico de 1990. Qualquer tentativa de ensinar Português de forma diferente é literalmente um ato ilícito, que pode ser denunciado.
E com Roraima completamos todos os Estados do Brasil! Se você quiser interagir com famílias e associações, é só procurar neste canal o espaço do seu Estado. Se Deus quiser, teremos em breve uma verdadeira Confederação Nacional de Famílias!
ESPAÇO DAS FAMÍLIAS DE RORAIMA
Estou criando no canal espaços para as famílias de um mesmo Estado ou região interagirem e quem sabe formarem sua associação (se já não houver). Então, quem aí é de RORAIMA?
Por favor, coloquem a cidade de residência e se já fazem parte de uma associação.
UGENTE: PESQUISA SOBRE O PERFIL DAS FAMÍLIAS EDUCADORAS
Pessoal, esta pesquisa é muito importante: quem educar em casa só precisa de 2 minutos para responder. Foi pedido pelo MEC para conhecer o perfil das famílias. Aliás, esta gestão do MEC está 100% alinhada conosco, algo que nunca aconteceu antes! Segue o link do formulário: https://pt.surveymonkey.com/r/P2CQ2GF. Eu já respondi!
DIÁRIO DE ANNE FRANK COM CENAS ERÓTICAS
Pergunta:
Boa tarde,
A escola particular dos meus filhos substituiu a versão do livro da disciplina Língua Inglesa do Diário de Anne Frank por uma versão gráfica e com trechos de conotação sexual para o 7o ano do EF II.
A professora fez os alunos (de 11 e 12 anos) lerem estes trechos em voz alta durante as aulas (presenciais e remotas); o que causou mto constrangimento aos alunos - e tb desconforto junto às famílias.
Seguem abaixo alguns destes trechos:
- “I must admit, every time I see a female nude, I go into ecstasy… If only I had a girlfriend!”;
- “But I had these feelings even before my period... I remember particularly one time when I spent the night at Jacque’s… Um… Jacque... could we show each other our breasts?... If only she had known my terrible desire to kiss her...”;
- “The upper part has a couple of small holes in it, which is where the urine comes out. The lower part looks as if it were just skin, and yet that’s where the vagina is. You can barely find it, because the folds of skin hide the opening. The hole’s so small I can hardly imagine how a man could get in there, much less how a baby could come out. It’s hard enough trying to get your index finger inside.”
A escola se defende alegando que este livro faz parte de um tema (Holocausto) presente no projeto pedagógico do 7º ano - ao passo que chega até a insinuar que o questionamento das famílias minimiza a gravidade do fato histórico. E sendo que esta alegação da escola parece mais algo para deslegitimar a defesa das famílias pela condução da educação e valores junto aos seus filhos - ao passo que tenta minimizar a inadequação da escola em propor este material aos nossos filhos.
Gostaria de saber o que pode ser feito junto à escola e qual seria a melhor estratégia a ser adotada pelas famílias; bem como argumentos jurídicos para endereçar esta questão?
* abaixo encaminho algumas imagens desta versão gráfica: “Anne Frank´s Diary: The Graphic Adaptation” - que substituiu neste ano a versão utilizada até o ano passado (sendo a anterior: “The Diary of a young girl” da Editora Pearson).
Resposta:
A questão aí é a erotização precoce, ou seja, a estimulação sensual da criança ou adolescente antes que eles tenham maturidade suficiente para isso. Nenhuma fase do desenvolvimento humano pode ser antecipada, sob pena de prejudicar a formação da pessoa. E para até quantos anos se pode considerar uma erotização "precoce"?
Não há um critério objetivo pra isso, mas há alguns parâmetros. Primeiro, cenas de sexo explícito são expressamente proibidas para menores de 18 anos. Há uma idade mínima também para qualquer referência sexual, mesmo implícita, mesmo que não passe da manifestação de um desejo: são os 14 anos. A razão disso é que qualquer ato sexual com menores de 14 anos é crime de estupro de vulnerável. Portanto, é proibida também toda conduta que possa induzir o menor de 14 anos a fazer sexo.
No caso, o livro, com cenas eróticas foi imposto a crianças de 11 e 12 anos, que não podem em hipótese alguma serem expostas a esse tipo de material. Não adianta a escola dizer que o livro é recomendado para 8 anos ou mais. A escola tem o dever de verificar a adequação de fato de todo o material escolar à faixa etária dos alunos. A conduta da escola se mostra ainda mais injustificável pelo fato de haver disponível outra edição do livro sem cenas eróticas.
Enfim, a escola pode ser processada por danos morais às crianças e ser proibida de exigir ou disponibilizar em suas bibliotecas esse material.
