A família e seus direitos
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Grupo para divulgar conteúdo e tirar dúvidas sobre os direitos e poderes dos pais e mães, inclusive sobre educação
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Estamos começando!
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O Que Você Pode Fazer Para Identificar, Provar e Combater a Doutrinação Ideológica em Escolas
Hoje às 18h!
🛜 LIVE
🗓 16/02/2024, sexta-feira
⏰ 18 horas
📡 TRANSMISSÃO
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ENTRE NA ARKAH:
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O assunto do dia é a decisão do Ministro Zanin, do STF, de suspender vários decretos de Municípios do interior de Santa Catarina que dispensaram as escolas de exigir o comprovante de vacinação contra o Covid-19 no ato da matrícula. Isso significa que a partir de hoje as escolas desses municípios devem passar a exigir esse comprovante no momento da matrícula dos alunos.
Em primeiro lugar, essa decisão era totalmente previsível. Na verdade, ao promulgar esses decretos, os prefeitos já sabiam que isso aconteceria de forma inevitável. A decisão do STF é criticável em vários aspectos, mas agora não vale a pena mais discuti-los.
Esses decretos porém não foram inúteis. O período regular de matrículas para 2024 já passou, as aulas já começaram, e dezenas de milhares de crianças deixaram de ser obrigadas a se vacinar contra a Covid. Nesses municípios, os pais com filhos na escola ganharam um "respiro" até o início do ano que vem.
O que não funciona contra a doutrinação ideológica nas escolas: projetos de leis. Esqueçam o Parlamento. Nas raras vezes, em que leis foram aprovadas, houve a derrubada pelo Judiciário.
O que funciona contra a doutrinação: pressão coletiva de MÃES nas escolas sempre que acontecer um episódio. Mos últimos anos, as vitórias têm sido todas assim. Falarei mais sobre isso na live de amanhã às 18hs.
Palavra-chave: MICROPOLÍTICA
Ontem, eu fiz uma sessão de mentoria para uma das advogadas da Arkah. Ela está com um caso muito importante em mãos. Vejam só.
Em uma cidade do interior de Goiás, há uma escola confessional católica. Era uma escola, porém, católica apenas no nome: na prática, não se diferenciava em nada de outras escolas particulares. A doutrina marxista, como se diz, "rolava solta".
Infelizmente, essa não é uma situação incomum dentre as escolas católicas no Brasil. A rigor, ao usar esse nome, estão fazendo propaganda enganosa, proibida pelo Código de Defesa do Consumidor.
Pois bem. A escola teve uma reviravolta quando chegou o novo diretor, um padre realmente digno do nome. A partir do primeiro dia, ele deixou claro que tudo seria diferente.
Ele queria transformá-la em uma escola integralmente católica. Porém, não sabia como fazer. Por isso, chamou a advogada da Arkah para uma assessoria. Há muito trabalho para frente, mas agora ele já sabe o que fazer.
Pois bem. Uma das formas mais efetivas de se combater a doutrinação ideológica (incluindo a ideologia de gênero), é exigir que as escolas levem a sério a sua confessionalidade. É inadmissível, por exemplo, que um professor de História em uma escola cristã ensine essa matéria de acordo com a visão de mundo marxista.
A propósito, questionamentos específicos sobre escolas e outros temas de interesse das famílias devem ser feitos na plataforma da Arkah (acesso por meio deste formulário: https://bit.ly/formularioarkah) e serão respondidas, em ambiente reservado, por profissionais treinados (advogados, pedagogos, psicólogos e médicos) supervisionados por mim.
Então, a primeira regra na luta contra a doutrinação é nunca usar a palavra doutrinação. Isso serve também para outros termos que não ajudam em nada, como "ideologia de gênero".
A ação estratégica requer abordagens indiretas. Imaginem por exemplo um professor de Química que usa o tempo da aula para falar bem ou mal de determinado político. Você precisa denunciá-lo, mas pelo quê?
Ora, por descumprimento contratual (no caso de professores de escolas privadas) ou desidia no exercício do cargo (no caso de escolas públicas). Em ambos os casos, o dever profissional deve é ensinar o conteúdo daquela matéria, sendo proibido utilizar o escasso tempo em sala de aula para qualquer outra finalidade.
A primeira atitude estratégica na luta contra a doutrinação ideológica nas escolas é nunca, em hipótese alguma, denunciar algo como doutrinação. Parece contraditório, mas há duas boas razões pra isso.
Primeiramente, "doutrinação ideológica" não é um termo previsto em lei. Ao denunciar, você deve ser preciso, mencionando o nome jurídico da ilegalidade e sua previsão legal ou regulamentar. Aliás, não há o menor consenso, na Filosofia da Educação, sobre o que significa doutrinação.
Em segundo lugar, "doutrinação ideológica" é um termo que já está totalmente queimado nas discussões políticas. Fale em doutrinação (ou em ideologia de gênero), e espere o maciço contra-ataque jurídico e político. Aliás, sinto dizer, mas o Escola sem Partido talvez seja o exemplo mais dramático de fracasso de um movimento conservador.
Então, o que fazer? Aprender a chamar cada situação por seu nome específico e conhecer as ações jurídicas possíveis em cada uma delas.
Vamos a um exemplo clássico: professor fazendo propaganda eleitoral de candidato ou partido político em sala de aula. Isso se chama "propaganda eleitoral irregular" e deve ser comunicado ao Ministério Público para as providências pertinentes (em todos os estados, o Ministério Público tem um campo chamado atendimento ao cidadão ou ouvidoria, onde é possível fazer essas denúncias). Em ano eleitoral, como 2024, os promotores recebem incontáveis denúncias como essa.
PS: Contando os segundos para aparecer algum preguiçoso, que nunca se daria ao trabalho de denunciar, dizer "mas isso aí não vai dar em nada...". São os "conservadores de redes sociais", que se apavoram com a vida real.
Prezados, nesta semana eu vou falar para vocês sobre estratégias com eficácia comprovada de combate à doutrinação ideológica nas escolas. A mensagem é simples: nós, meros pais e mães, podemos atuar dentro das escolas para derrotar os doutrinadores. Ninguém precisa esperar os políticos fazerem algo por nós.
Quem tiver dúvidas sobre como identificar, provar e combater a doutrinação ideológica nas escolas, pode fazer as perguntas nos comentários que eu responderei no decorrer da semana.
Na live de ontem sobre os seus direitos e as vacinas, eu mencionei que se utilizam células de fetos abortados para a fabricação de determinadas vacinas, mas não disse quais são. Segue aqui a lista preliminar: varicela, rubéola, hepatite A e algumas versões das vacinas contra a Covid e da antirrábica. Fonte: https://www.chop.edu/centers-programs/vaccine-education-center/vaccine-ingredients/fetal-tissues.
Estamos começando!
https://youtube.com/live/Iuse9p14c0w?feature=share
Vamos quebrar os tabus e falar quais são os direitos dos pais na vacinação dos filhos. Será uma live perigosa, com grandes chances de ser derrubada devido a grande censura que existe sobre o assunto.
Ao final da live vocês terão clareza sobre o assunto e poderão tomar conscientemente a melhor decisão para os seus filhos.
https://youtube.com/live/Iuse9p14c0w?feature=share
O QUE FAZER COM RELAÇÃO ÀS VACINAS EM GERAL?
Pergunta:
Eu tbm mudei minha opniao sobre vacinas depois da pandemia...
Em relação a vacina do covid.. essa já tenho opinião... mas em relação as outras... fiquei muito confuso... e não sei o que fazer.
Hoje tenho gêmeas de 2 meses... e tenho muito medo de dar vacinas...
Meu afilhado desenvolveu um tipo de intolerância a glutem e lactose dpois de ter tomando a vacina contra o rotavirus... uma tristeza a saúde da crianca de 9 meses... a familia inteira esta tendo que cuidar...
A minha dúvida é em relação a todas as vacinas agora...
Resposta:
Meu caro, nós pais podemos ter três atitudes com relação às vacinas em geral:
1) A mais cômoda: aceitar o calendário vacinal tal como é recomendado pelo Ministério da Saúde. Neste caso, há uma confiança ("eu acredito que estão fazendo algo para o bem das crianças"), ou uma indiferença ("tanto faz, eu só não quero ter problemas").
2) A mais rebelde: não dar vacina alguma para os filhos. Desta vez, a atitude é de total ceticismo com relação às vacinas (e também ao governo e à indústria farmacêutica). O antivacina simplesmente não acredita na própria lógica das vacinas e as considera todas ineficazes e arriscadas.
3. A mais trabalhosa: exercer o consentimento informado, procurando informações de confiança sobre cada uma das vacinas e tomando as decisões individualmente. Nestes casos, a pessoa acredita que vacinas podem funcionar, mas não aceita aplicar vacina nos filhos sem saber exatamente os riscos e benefícios (a desconfiança é contra o governo e a indústria farmacêutica).
A posição mais prudente, na minha humilde opinião, é a terceira. Inclusive é a que eu adoto com meus filhos. Deu muito trabalho, pois me obrigou a estudar com certa profundidade a questão das vacinas para saber em que situações o risco não compensa.
Eu já fiz duas lives sobre a "vacina contra a Covid", mas nesta sexta-feira às 18hs eu falarei sobre as vacinas em geral e o que as famílias podem fazer para defender sua liberdade. Aliás, vou aproveitar para fazer uma confissão aqui.
Eu sempre tive uma postura muito acrítica, passiva mesmo, com relação às vacinas em geral. Eu já tinha ouvido falar de famílias que adotavam uma postura maus crítica com relação às vacinas, mas eu sinceramente as achava muito exóticas.
Porém, tudo mudou com a pandemia. Ao ver os absurdos impostos à população, eu acabei me interessando pelo aspecto jurídico das vacinas em geral. E encontrei MUITOS problemas.
Enfim, quem quiser fazer perguntas sobre vacinas aqui nos comentários, fique a vontade. Eu responderei aqui e na live de sexta-feira.
Pessoal, preciso falar algo muito sério com vocês a respeito da estratégia de resistência conservadora. Muitas vezes, eu menciono alguma iniciativa interessante do nosso lado e logo aparece alguém dizendo: “Não adianta fazer nada! Logo vão derrubar!” Esse comentário é um exemplo de preguiça misturada com ignorância.
A primeira coisa a entender é que a nossa luta é na essência espiritual, contra os principados e potestades. Isso não é uma figura de linguagem, mas algo bem concreto. Aliás, um dos indícios de obsessão demoníaca é a vontade dirigida ao poder absoluto (eu tenho sérias suspeitas que algumas pessoas em Brasília estão nessa categoria).
E qual deve ser a nossa atitude básica nessa situação? Seguir o lema dos beneditinos: ora et labora, ou seja, orar e trabalhar. Não podemos apenas orar, pois Deus nos quer como instrumentos de seu amor, nem apenas trabalhar, porque aí tudo será para o nosso ego.
No final, todos sabemos, Deus vencerá. Até lá, precisamos fazer a nossa parte para preservar as nossas almas, as almas dos nossos filhos e das pessoas próximas a nós. No fim dos tempos, o diabo será esmagado, mas até lá seu objetivo é levar o máximo possível de almas para o inferno.
Então, ganha a luta quem fica mais tempo no ringue. No fundo, a questão é simples: nunca desistir, nunca parar. O demônio não tem poder real, mas tenta manipular a nossa mente e a nossa emoção, principalmente por meio do medo.
Na prática, funciona assim: vamos usar todas as táticas possíveis e imagináveis para a defesa das nossas famílias. Muitas vezes, irão nos derrotar. Porém, mais vezes ainda nos levantaremos.
Aos poucos, perceberão que não vale a pena mexer conosco. Serão vencidos pelo cansaço. Os direitos dos pais se tornarão uma força inabalável no Brasil.
Enfim, podem dominar tudo, menos o que é mais precioso, as nossas famílias. Quando isso estiver bem claro para eles, o castelo de cartas começará a desmoronar e perderão o controle de todo o resto.
Vou terminar com um pedido especial. Se isso tudo faz sentido para você, escreva nos comentários: “NA MINHA CASA, NÃO!”
Neste ano de 2024, dois assuntos devem ser prioridade total para o movimento pró-família no Brasil: 1) a "vacina contra a Covid", que precisa passar de obrigatória para "recomendada"; e 2) o Plano Nacional de Educação (PNE), que precisa ser integralmente rejeitado no Congresso Nacional. A saúde e a educação dos nossos filhos estão em jogo aqui.
Na próxima live, nesta sexta-feira às 18hs, vou falar sobre a situação atual, os riscos que corremos e o que pode ser feito em cada um dos casos. Por incrível que pareça, as duas situações tem a mesma causa e soluções semelhantes.
Como sempre, responderei as perguntas que vocês colocarem aqui nos comentários.
Pessoal, por favor sugiram nos comentários temas para as lives. O mais pedido será o tema da próxima live, nesta sexta-feira às 18hs.
Prezados, hoje eu tive uma grata surpresa vinda do Estado mais conservador do Brasil, Santa Catarina. Prefeitos de cidades do interior, atendendo às demandas das famílias (e de olho nas eleições deste ano), estão determinando às escolas dos respectivos municípios que NÃO exijam dos alunos comprovante de "vacinação contra a Covid". Vejam, por exemplo, este decreto do prefeito de Blumenau, publicado nesta semana:
https://leismunicipais.com.br/a/sc/b/blumenau/decreto/2024/1509/15090/decreto-n-15090-2024-acrescenta-dispositivo-no-decreto-n-13865-de-9-de-junho-de-2022-que-torna-obrigatoria-a-exigencia-de-apresentacao-de-atestado-de-vacinacao-de-criancas-e-adolescentes-no-ato-da-matricula-ou-rematricula-em-estabelecimentos-de-ensino-publicos-ou-privados-localizados-no-municipio-de-blumenau-para-o-fim-de-dispensar-a-necessidade-de-indicacao-da-vacina-do-covid-19-no-atestado-de-vacinacao-utilizado-para-a-matricula-e-rematricula-escolar.
Moral da história: famílias, se vocês querem influenciar as políticas públicas de seu interesse, atuem a nível municipal. É na cidade de vocês onde a voz das famílias ainda pode ser ouvida e respeitada.
Chamada para ação: utilizem este decreto de Blumenau como modelo e exijam o mesmo na cidade de vocês. Com as eleições municipais, as chances de às famílias serem ouvidas aumenta muito.
