SIDE 𝓑. FM
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SIDE 𝓑. FM é uma rádio independente de Nova York que reúne música, entretenimento, notícias, esportes e cultura pop.
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🤩 Ciao, Side B! Está começando mais uma edição do The Rundown! Eu sou Louise Castelle, e vou deixar vocês por dentro de tudo o que movimentou o mundo do entretenimento e da cultura pop nesta semana.
Começando pela música, temos novidades para os fãs do rock brasileiro: Pitty está de volta com seu novo álbum autointitulado, “Pitty (Máquina de Louco)”, o primeiro disco de inéditas da cantora em sete anos. O trabalho reúne 13 faixas e marca uma nova fase na carreira da artista. Já Aretuza Lovi lançou o single “Calor Nacional”, enquanto o rapper Sain apresentou “Última Mesa da Lapa”. No cenário internacional,
Pet Shop Boys lançou “A Man From The Future”, e Jeonghan e Joshua, do SEVENTEEN, chegaram com a colaboração “Dreamscape”. E atenção aos próximos lançamentos: nesta sexta-feira, John Legend apresenta “Muse”, seu novo álbum produzido por Pharrell Williams, enquanto Anderson .Paak e Cordae lançam “Heavy Is the Crown”.
Agora vamos para o cinema! A semana também está cheia de novidades para quem gosta de grandes produções. Entre os destaques internacionais estão “Clayface”, que mistura o universo dos super-heróis com o terror, e “Hope”, suspense de ficção científica ambientado em uma misteriosa vila sul-coreana. Os dois estão previstos para chegar aos cinemas em 23 de outubro, ao lado da animação “Tom and Jerry: Forbidden Compass” e do suspense “A Talent for Murder”, estrelado por Helen Mirren e Olivia Cooke.
Nos streamings, hoje é dia de novidades! O Prime Video lança a segunda temporada de “A Lista Terminal”, com Chris Pratt de volta como James Reece, agora envolvido em uma nova missão internacional. A Netflix também recebe “The New Stanford Prison Experiment”, série documental que acompanha um grupo de participantes em uma experiência que explora poder, comportamento e os limites da convivência humana. E amanhã, dia 22, chega a terceira temporada de “Ninguém Quer", a comédia romântica que acompanha os desafios do relacionamento entre Joanne e Noah.
E falando em música, não podemos deixar passar os lançamentos desta sexta-feira: a edição especial de 20 anos de “Back to Black”, álbum icônico de Amy Winehouse, promete trazer versões raras, demos inéditas e registros ao vivo para os fãs matarem a saudade da cantora. Na mesma data, John Legend lança “Muse”, enquanto Lisa, do BLACKPINK, apresenta “Press Play”.
E para fechar, a cultura pop também está rendendo momentos nostálgicos! O elenco de “10 Coisas que Eu Odeio em Você” se reuniu durante o “Dancing with the Stars”, com Julia Stiles e Gabrielle Union entre os nomes presentes. Enquanto isso, Zazie Beetz chamou atenção ao aparecer exibindo a barriguinha de gravidez, e Alexander Skarsgård e Bill Skarsgård marcaram presença juntos em um tapete vermelho em Los Angeles.
E por hoje é só! Obrigada pela companhia e continue ligado na programação da Side B. FM. Até a próxima! 🌟402
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Pra encerrar a programação de hoje, fica Off My Face, do Justin Bieber.
A música fala sobre estar tão apaixonado por alguém que parece impossível pensar direito quando essa pessoa está por perto e a letra traz essa sensação de estar completamente embriagado quando se trata dela. É sobre encontrar alguém que passa a ocupar seus pensamentos de um jeito que ninguém mais consegue e, no meio de tudo isso, perceber que amar essa pessoa é a coisa mais bonita que já te aconteceu
Essa é uma dedicatória minha pro meu amor, @haleydupla!
Muito obrigado pela companhia hoje, ouvintes! Daqui a pouco tem o The Rundown, com Louise Castelle. Até a próxima, Side B! 🌟
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A música também pode ser uma forma de denúncia, especialmente quando transforma a indignação diante de uma injustiça em um grito que se recusa a ser ignorado.
Em Intifada, do Ska-P, a letra denuncia um genocídio executado por exércitos fascistas, ocupação dos territórios palestinos, o deslocamento forçado de pessoas de suas casas e a violência que marca esse conflito. A banda estabelece um contraste entre a perseguição sofrida pelo povo judeu durante o holocausto e a opressão enfrentada pelos palestinos, questionando como vítimas de uma violência histórica podem acabar associadas a novas formas de violência contra outros povos.
O ouvinte se identificou como 🇵🇸.
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A humanidade tem a capacidade de criar, pensar e transformar o mundo, mas isso não significa que saiba conviver com aquilo que divide com os outros.
Em right in two, do TOOL, a perspectiva dos anjos que observam a humanidade dá à música um tom de indignação diante de um comportamento difícil de compreender. Mesmo vivendo em um mundo com recursos suficientes para todos, os seres humanos insistem em disputar territórios, poder, crenças e até coisas que não podem pertencer exclusivamente a ninguém. A crítica se torna mais forte quando a inteligência, que poderia servir para construir uma convivência melhor, é usada para criar novas formas de violência.
Quem trouxe essa para a nossa programação foi o @SMYRN0I.
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O amor nem sempre é um sentimento fácil de admitir. As vezes, reconhecer o que sentimos significa encarar uma vulnerabilidade que preferíamos manter escondida.
Em i love you, da Billie Eilish, a declaração de amor é o ponto de partida para um conflito que atravessa toda a música. Diante dessas palavras, surge a vontade de fingir que nada foi dito, como se fosse possível impedir que a relação mudasse. Ao mesmo tempo, ela também admite sentir esse amor, mesmo sem querer. O sentimento existe, é reconhecido, mas continua sendo difícil de aceitar.
Quem trouxe essa para a nossa programação foi a @rainhadafavelz.
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Nem toda relação acontece da maneira que imaginamos. As vezes alguém aparece, muda nossas expectativas e nos faz acreditar em possibilidades que, com o tempo, passam a ser vistas de outra forma.
Em My Woman, do ZAYN, essa mudança aparece na história de alguém que vivia na própria solidão até conhecer uma mulher que o fez acreditar que poderia construir algo ao lado dela. Mas, entre essa expectativa e a realidade, surgem dúvidas sobre o que foi vivido e sobre aquilo em que ele acreditou. A música carrega essa contradição entre se permitir viver algo com outra pessoa e perceber, depois, que talvez não tivesse compreendido tudo tão bem quanto pensava.
Esse pedido veio de @liriolismo.
