Estúpido Cinema / Failed Cinema
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Neste canal zoaremos personagens de filmes, séries e animes famosos, clássicos ou não, não se zangue, muitos deles gostamos, trata-se de um canal de humor negro.
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Os adolescentes pupunhentos preferiam a Mary Jane nos anos 2000 por ela ser a mais bonita nos filmes, e o público de aparência indiana do bostil adorava pelo fato dela ser branca dos olhos claros, hoje vemos como era uma tremenda fdp, consegue ser pior do que a Rose do Titanic, aquela outra vagabunda narcisista fanática por fortes emoções.
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Não, Jessica Chastain não é uma mulher trans. Ela é uma mulher cisgênero (pessoa que se identifica com o gênero biológico de nascimento). [1, 2]
A associação do nome da atriz vencedora do Oscar à comunidade trans se deve, na verdade, ao seu forte posicionamento público.
Motivos da associação com a comunidade LGBTQIA+
No grupo principal disseram que Jéssica Chastain era um veveco, mas o Google revelou que só é uma cuiékkk retardada mesmo.
Ava (2020).
Uma das várias tentativas da Netflix de rivalizar com o sucesso de John Wick no seu auge, Ava Faulkner é uma assassina de aluguel no estilo clássico pra enganar otário, pois nenhuma mulher, principalmente magra, tem força para derrotar homens treinados numa boa.
Ela veio de uma família de merda, cujo pai traía a mãe e abusava da filha, que virou alcoólatra e drogada, depois fugiu para o exército, sendo dispensada por seu comportamento nocivo de cracuda, para ser recrutada pela agência de matadores.
O grande drama lixo do filme é um dos líderes do grupo de assassinos ter armado pra ela ser morta numa missão, com a justificativa que ela era uma bomba-relógio feita de vodka e heroína, o que é pura verdade, e então Ava tenta sobreviver enquanto volta para sua família disfuncional depois de dez anos assim que soube da morte do seu pai, e descobre que seu ex-namorado está agora com sua irmã, afinal, ele é louco por mulher branca, e Ava fica nesse dilema familiar entre voltar a consumir álcool ou não e reconciliar-se com sua irmã que cuida da mãe doente, e a vontade de quicar na madeira de novo do negão viciado em jogos de azar.
Um dos poucos pontos positivos do filme é a atuação de Colin Ferrel como vilão, enquanto John Malcovich foi desperdiçado como figura paterna adotiva e treinador da protagonista.
Percebeu algo? Sim, Ava é uma produção feminista da Lacreflix, fracassou na recepção com o público e não teve sequência, mesmo com insinuação de que teria no final do filme.
E apesar da atriz Jéssica Chastain ser uma coroa gasosa, já está com 49 anos e isso dificulta mais ainda um segundo filme.
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Kamala Khan/Ms. Marvel
Ain, precisamos criar uma personagem paquistanesa muçulmana pra combater a islamofobia, pensaram os executivos da Marvel.
O resultado: essa personagem tem o toque de Midas ao contrário, tudo que toca vira bosta. Ninguém lê seus gibis, ninguém gosta deles, tem uma série própria lançada em 2022 na Disney e ninguém lembra que existe, porque ninguém viu, participou do filme lixo As Marvels, que foi outro fracasso retumbante, e estragou o jogo dos Avengers, estando lá só pra preencher cota da militância woke.
Ainda tem o primeiro nome igual ao daquela vadia democrata que concorreu à presidência contra o Trump, e também era filha de imigrante, vocês acham coincidência?
É uma personagem tão merda que ninguém acompanha nada dela, pois ela é igual presença de pai biológico em aniversário bancado pelo padrastro otário, só aparece pra estragar o clima.
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A Rede Globe sempre incentivando a putaria nas famílias, na cena em questão de Presença de Anita (2001), a piranha de 18 anos marmita do velho pai do adolescente virjola boiola que tem medo de mulher gostosa pelada vive tentando seduzir o garoto, e ele só falta perguntar pra ela: - Amigaaaaa, gostei tanto do seu cabelo, me indica o salão que você frequenta!
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T-800/ O Exterminador do Futuro (1984).
Arnoldão Schuazinega rouba a cena nesse clássico de ação e ficção científica. Interpreta um robô de infiltração enviado de 2029 para 1984 com a missão de eliminar Sarah Connor, a futura mãe do líder da humanidade na luta contra as máquinas.
Sua presença intimida e impressiona o tempo todo, ofuscando os protagonistas, mesmo sendo um vilão que mata várias pessoas com precisão perfeita. A cena em que ele invade uma delegacia à procura de seu alvo e extermina facilmente vários policiais é a melhor do filme.
Arnoldão sob a direção do James Cameron, muito tempo antes dele fazer filmes bosta tipo Titanic e Avatar, entregam essa obra a qual os fãs assistem várias vezes durante toda a vida.
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Susana Kaysen/ Garota Interrompida (1999).
Filme baseado no livro de memórias de mesmo nome, trata-se de uma patricinha entediada nos anos 60 nos Estados Unidos. Foi amante do professor de ginásio, e numa festa em sua mansão, ele tentou passar-lhe a rola de novo, mas ela o moggou e ameaçou contar pra esposa do comedor e pra direção da escola.
Por algum motivo besta, surta e é internada à força num hospício de classe alta, e conhece outras mulheres mais doidas do que ela na ala feminina.
Como tem vida fácil e não sabe o que quer do futuro, quando seu namorado a visita para tirá-la do local e fugirem juntos, ela também rejeita.
Daí fica no local dopada de remédios, e para sentir fortes emoções novamente, seduz o guarda e dá a xana pra ele no corredor do hospital. Depois foge com outras pacientes para sentir cada vez mais adrenalina e dopamina no seu cérebro de merda.
O detalhe principal da história é que essa vadia foi diagnosticada com transtorno de personalidade borderline, doença inventada pelos médicos americanos para classificar mulheres putas e chantagistas emocionais, coisa que Susana é. Tanto é verdade que nesse meio borderbosta esse filme e livro são indicados e referenciados para os pacientes otários que acreditam que possuem esse transtorno de merda que nem existe.
Resultado: ajudou na explosão de diagnósticos e venda de remédio para mulheres piranhas barraqueiras e homens delicadinhos que dão ré no quibe.
Meu Deus! Dirão alguns de vocês, o adm do Estúpido Cinema detonou mais um filme que meus professores da faculdade de psicologia disseram ser cult, buááááá, estou deprimide.
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Alice Subservience (2024).
Filme da robô milf interpretada pela atriz que no final dos anos 2000 era musa de Hollywood e foi usada e abusada até ser descartada feito bagaço de laranja, fala sobre uma família normal no futuro próximo em que a esposa precisa de um transplante de coração, e fica a maior parte do tempo internada, pois ela não vive no país do SUS nem tem a fortuna do gordão ex-global.
Para cuidar da família na ausência da esposa, o marido compra uma robô realista, cuja filha pequena batiza de Alice, e pela força do roteiro, após ser resetada, cria autoconsciência e se apaixona pelo homem da casa, tramando contra a esposa, filha pequena e filho bebê, seduz o galã operário, que por estar muito tempo sem comer a esposa para não fuder o coração dela de vez, transa com Alice e jorra leite quente dentro da máquina, depois vira uma perseguição dela contra toda a família numa mistura de A mão que balança o berço e Exterminador do Futuro.
Pelo menos Megan Fox ainda está gostosa depois dos 40 e apesar da boca de linguiça defumada, quem assistiu esse filme e não ficou de pau duro ao vê-la seminua é quase um monge tibetano.
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Dr. House
Série que faz o público leigo e os estudantes de medicina babarem feito autistas nível 99 por seu roteiro supostamente genial, fez muito sucesso nos anos 2000 e caralho a quatro.
Nela temos House, médico de um importante hospital cujos companheiros de trabalho não descobrem porra nenhuma, deixando o momento estrela para o protagonista desvendar o mistério de cada paciente.
O curioso é que as doenças sempre são raras, tipo uma síndrome de sei lá o quê que acomete uma a cada 5 milhões de pessoas, tudo para fazer o roteiro parecer bem elaborado por pesquisadores supostamente sérios da ciência.
Você nunca ou poucas vezes vê o House descobrindo que fulano está com um resfriado ou HIV, pois são de diagnóstico fácil e tirariam a graça do doutor gênio.
E o pior de tudo é ver a equipe médica de House debatendo seriamente sobre a possível moléstia de cada paciente, como se realmente no lado de cá da tela os doutores realmente amassem a ciência e a missão de salvar vidas, sendo que na real são todos prostitutas da indústria farmacêutica e nas horas vagas comem as enfermeiras ou ficam empurrando diagnósticos errados com a consciência tão limpa e tranquila nível presidente da república bostileira.
Ain, cresci assistindo House, caí na cilada de acreditar que todos os médicos são sérios, mas aí fui na UPA com dor nos pulmões e não fiz exame de raios-x porque a máquina está quebrada e o doutor não se importou em solicitar minha transferência para um hospital que funciona melhor. Mas tenho certeza que os médicos americanos são melhores, a prova disso são os personagens de House.
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Menos um filme bosta com lacração. Mesmo que façam mais um Blade com Wesley Snipes e tenha lacrate no roteiro, só a presença do ator fará muita gente ver o filme.
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Tempo pill de Amy Smart, famosa por Efeito Borboleta (2004) e Adrenalina (2006).
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Anunciado próximo filme do Christopher Nolan, a cinebiografia de Barack Obama, primeiro presidente negro dos Estados Unidos, suspeita-se que o diretor não tratará do fato dele ter feito acordo nuclear com o Irã e de peritos de Israel terem comprovado que seus documentos de identidade e certidão de nascimento são falsos.
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O tempo pill foi generoso com o Jason Statham. Mas o cara faz exercícios e com certeza uma dieta fabulosa pra ter esse físico aos 59 anos.
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A normalização do homem ser otário voluntário para vagabunda não é recente.
Série: iCarly (2007-2012).
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Julius Rock/ Todo Mundo Odeia o Chris
E chegou a vez dele, o maior mangina da galáxia nos anos 80, época em que se passa a série.
Julius leva uma vida merda morando em bairro violento cheio de ladrões, trabalha como peão em dois empregos pra bancar Rochelle, a esposa narcisista egoísta que o humilha e trata mal todo dia, o Chris, que começa a série como trombadinha juvenil, o Drew, garoto vagabundo que não faz nada e não faria falta se não existisse na série, e Tonya, a filha caçula mimada chata do caralho.
Por ser o único pai de família num bairro negro, aceita ser escravo provedor ao máximo, fazendo todas as vontades da Rochelle, inclusive o cúmulo de largar o emprego na peixaria que pagava mais porque a vagabunda reclamava do cheiro de peixe que vinha com as roupas do marido.
Cobra muito o otário do Chris, por ser filho mais velho tem que trabalhar e vigiar os dois irmãos demoníacos, enquanto os únicos que têm vida mansa são o Drew e a Tonya, o primeiro rouba as namoradas do beta Chris por ele ser baixinho e comportado no final da adolescência, e a segunda tem um quarto só pra ela, queridinha do papai mangina, só por ser a única filha mulher, e sempre que faz maldades coloca a culpa no Chris e o mané do Julius sempre acredita.
Por Julius Rock ser o personagem mais engraçado e carismático da série, não percebíamos nos anos 2000 que ele era um escravoceta master gold parasitado pela esposa e filha caçula.
O sujeito sofria demais, e talvez gostava de ser tratado como serviçal de muié em tempo integral.
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Fox McCloud (StarFox) / Super Mario Galaxy (2026)
Pois é o filme do Super Mario Galaxy ficou bem legal na minha opinião. Ficou divertido trouxe novos personagens como o Yoshi, tbm o filho do Koopa. Mas o mais legal do filme é ver a raposa do espaço. Pra quem jogou lá na época do Super Nintendo, pode afirmar que é bemmmm nostálgico. Afinal de contas quem poderia imaginar que os efeitos gráficos iriam evoluir tanto a ponto de dar vida e formato atualizado pra esses heróis daquela época? A Nintendo acertou dessa vez, apostando nos seus personagens, heróis esses que ganharam vida e estão na tela do cinema farmando aura. Pra quem jogou Star Fox ver a raposa fazer uma ponta no filme faz toda diferença. E algo me diz que em breve teremos um filme do esquadrão STARFOX.
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Charles Xavier pisando em ovos para não admitir que rejeita a Mística por ela ser baranga, enquanto o Magneto dá uma de São Jorge. Puro Psy ops de Hollywood para iludir homens e mulheres betas de que a aparência não importa ou que tem gente que acha bonito o que é feio.
Filme: X-Men Primeira Classe (2011).
