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Sundari LYS

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BEM-VIND@ a este templo! Aqui partilho a Geometria Sagrada da minha alma ao Serviço... Que te sintas acolhid@ no Coração💗 Aqui encontras conteúdos que te inspiram a um contínuo recordar da Sacralidade de se SER HUMANO!... Na Interdependência de SER Paz!

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... e se esta fosse uma das leis que dá corpo à Comunhão,  Conexão e verdadeira Interdependência? E se nenhum de nós precisar de ser menos, para que o Amor possa ser mais? Nos caminhos de viver há muitas formas de sermos menos dentro de uma relação... Menos verdadeiros para não desiludir... Menos livres para não assustar... Menos intensos para não incomodar... Menos vulneráveis para não pesar... Menos inteiros para caber na capacidade que o outro tem, naquele momento, de nos receber... Talvez nos tenhamos habituado a chamar Amor a muitas destas diminuições... Talvez tenha funcionado durante um tempo... Até que a Carne é fraca e começa a saber para lá da superfície da pele, onde, quando e como fomos menos para caber ou incluir... ... alguma coisa em nós deixa de conseguir continuar a oferecer presença a um vínculo construído sobre a nossa própria ausência... Talvez seja a Vida a convidar-nos a regressar sempre ao nosso Primeiro Vínculo... esse mantra disruptivo e poderoso: ❣ Eu Sou o meu primeiro Vínculo... ❣ Não como prazer egoico, independência ou fuga do encontro profundo... mas como responsabilidade primeira de não me abandonar enquanto (te) amo... Eu Sou o meu primeiro Vínculo... e talvez só a partir daqui consiga realmente encontrar-te... Porque se me diminuir para permanecer perto, aquilo que chega até ti já não traduz inteiramente quem Sou eu... E se preciso que te diminuas para conseguir amar-te, então talvez quem eu amo já não sejas inteiramente tu... ... O Primeiro Vínculo pede-me Presença. Estar aqui. No corpo. Naquilo que sinto. Naquilo que desejo. Naquilo que consigo oferecer. E também naquilo que, agora, não consigo. Presença não é disponibilidade permanente... Às vezes, estar profundamente presente significa conseguir dizer: agora não... aqui não... assim não... Sem desaparecer ou punir ou abandonar... Em Presença, desde o primeiro vínculo, é permanecer comigo enquanto me espelho e desnudo diante de ti... Então nasce Verdade... E talvez... Reciprocidade... A relação torna-se organismo interdependente. Circulação. Respiração. Pulso. Vida. ♡♤ INVESTIGAÇÃO VIVA SOBRE RELAÇÃO, CONSCIÊNCIA E HUMANIDADE ♡♤

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Amo-te e, por isso, procuro compreender-te. Compreendo-te e, quase sem perceber, começo a traduzir-te para uma linguagem que eu consiga habitar. Até que a diferença se torna desconfortável. E então corrigimos. Às vezes com palavras... com silêncio... com expectativa... com mágoa... com afastamento...ou mesmo com cuidado... São muitas as maneiras delicadas de pedir ao outro: ' sê um pouco menos tu para que eu consiga continuar confortável sendo eu. ' E se uma Relação Viva nos pede outra capacidade? Não a de tolerar a diferença... porque tolerar ainda coloca um centro a conceder permissão ao outro... Mas a de lhe Dar lugar! (Dar-lhe um lugar à mesa, em casa, no abraço ou na intimidade... ) Reconhecer que aquilo que em ti não coincide comigo não é necessariamente uma ameaça à Conexão... Pode ser precisamente aquilo que impede a relação de se tornar uma câmara de eco... viciada na equalização em vez da equidade... E aqui aparece, inteira, a EQUILIBERDADE... Não simetria. Não “metade para cada um”. Talvez Equiliberdade seja a possibilidade de duas soberanias ocuparem plenamente o seu lugar sem que a Liberdade de uma signifique a diminuição da outra... Um equilíbrio vivo... mutável... nunca imóvel! Em constante transmorfia... fluência e insolência... como é o Ser Humano... Há momentos em que te aproximas. Outros em que preciso de margem. Há lugares onde conduzes. Outros onde sou eu quem te embala. A equidade não exige que sejamos iguais... Pede a cada um que a diferença não conduza a uma hierarquia de valor ou dor. E a Liberdade não exige ausência de vínculo... Porque é precisamente no Vínculo suficientemente vivo que o Amor guia cada um para fora da sua prisão interior... EQUILIBERDADE como uma qualidade da Matriz... E se esta for uma das medidas mais exigentes do Amor? ... não quanto conseguimos aproximar-nos... mas quanta diferença conseguimos deixar existir entre nós sem a transformar em distância física, emocional ou mental... 🤍 Contemplamos esta porta?... E se a diferença não fosse aquilo que ameaça a Conexão... mas aquilo que revela a qualidade de um Amor vivo? ... ♡♤ INVESTIGAÇÃO VIVA SOBRE RELAÇÃO, CONSCIÊNCIA E HUMANIDADE ♡♤

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A dupla espiral acompanha-me numa cartografia muito íntima daquilo que significa tornar-me Humana... em Relação... Dois movimentos que parecem afastar-se mas que pertencem à mesma linha... ao mesmo gesto... Uma espiral move-se para dentro. Desce. Aprofunda. Retira camadas, pertenças herdadas, identidades construídas, lugares onde aprendi a adaptar-me para continuar a ser amada. Desço até ao corpo. À pele. Ao ventre. Ao sangue. Aos ossos. Àquilo que em mim sabe antes de conseguir explicar. Desço até ao SIM que não precisa de agradar... e ao NÃO que já não precisa de se defender... Sigo até dentro do dentro no núcleo da vida... da minha vida... Quanto mais fundo entro nesta espiral, menos preciso de desaparecer para pertencer. Encontro o meu Eixo. EU SOU. Não como afirmação de separação ou contraste, mas como presença... a capacidade de ocupar inteiramente o lugar que só eu posso ocupar... na Matriz.... ... e então... ... reparo na existência da outra espiral... Aquela que se abre...que me retira da auto-suficiência do meu centro e me devolve ao espanto de descobrir que ser inteira nunca significou ser inteira sozinha. ...sinto o movimento da Comunhão. Abro-me a outro território.. Ao corpo que não é o meu. À verdade que não é a minha. Ao Ser que não controlo. Ao mistério que não consigo traduzir... Vem uma entrega em que permaneço tão profundamente em mim que posso finalmente deixar-me tocar pelo que não sou. Nessa espiral descubro que o Outro não interrompe a minha Individuação. Revela-nos... E se há feridas que só aparecem quando alguém se aproxima e fronteiras que só descubro quando alguém lhes toca? E se há formas de Amor que só existem em potência dentro de cada um... à espera de serem expostas?... que só nascem no encontro? E se estas duas espirais nunca foram opostas? Individuação ou Comunhão? ... Individuação & Comunhão? E se é aqui que começa o Hieros Gamos... A União Mística... O Milagre da Trindade... ? Não na fusão de dois em Um... mas no encontro sagrado que revela sim a UNIDADE... de onde os dois provêm... Um lugar de poder que não é meu nem teu... mas É... ♡♤ INVESTIGAÇÃO VIVA SOBRE RELAÇÃO, CONSCIÊNCIA E HUMANIDADE ♡♤

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Sempre confiei que AMAR era do verbo aproximar... Conhecer mais. Partilhar mais. Abrir mais. Cuidar mais. Doar mais... Hoje sinto-me virada do avesso... e tu? Aos 43 fico com o que a Vida me foi ensinando... (ás vezes com uma delicadeza extraordinária, outras com uma crueza disruptiva)... que... até podemos PARTILHAR MAIS... mas... e... deixarmos lentamente de nos encontrar na nudez da proximidade... E ao contrário? ... poderá existir distância, silêncio, ausência até... e alguma coisa continuar profundamente conectada?... Estas questões obrigaram-me a reconsiderar aquilo a que chamava INTIMIDADE... Porque se a proximidade não garante encontro e a distância não determina desconexão, então O QUE É A RELAÇÃO? ... Cada vez mais, encontro a resposta na Carne... Não na pele como órgão que nos prova o toque... mas na Carne como lugar onde se torna impossível mentir sobre aquilo que está ou não está vivo... O corpo sabe... sabe quando um suspiro chega e quando um abraço não chega... O corpo sabe... desde essa inteligência abaixo da superfície da mente, para além da sensibilidade ou da vontade... Porque o corpo conhece dor, prazer, medo, êxtase... sem intermediários... e foi esse mesmo corpo que me obrigou a regressar a mim quando procurei a Vida fora dos meus contornos... No meu caso... o meu corpo... falou através de doença, de abandono, de dissociação... gritou através de exaustão ou depressão... e provou-me directamente que eu não posso encontrar verdadeiramente alguém para me relacionar, onde deixo de me habitar... E se.... ... a relação não começa na dissolução da fronteira do ENCONTRO... começa quando há alguém para testemunhar e habitar-se nesse exacto ENCONTRO?... ISTO... parece-me sagrado... ... será que consagrar um Altar da Relação começa exactamente no assumir e reconhecer que cada corpo se estabelece numa fronteira real no mundo?... que tem a sua história, memória e dimensão pessoal própria e insubstituível?... Exactamente por causa dessa fronteira, pode acontecer uma coisa extraordinária: eu posso tocar-te sem precisar de te diluir... ou posso aproximar-me sem me dissolver e sem te absorver... ou posso desejar-te sem transformar o meu desejo num direito sobre ti... Nesse Altar... posso presenciar a tua dor sem precisar de a tornar minha para segurar ou resolver... posso permanecer diante do teu mistério sem ansiedade que te expliques até que eu me firme no meu próprio mistério de viver... posso até afastar-me sem deixar de te amar... porque a intimidade passa a ser a capacidade de permanecermos inteiros diante dessa própria entidade interdependente... do ENTRE... ... uma arquitectura subtil, onde Individuação e Relação deixam de ser movimentos opostos... Quanto mais profundamente habito o meu corpo, mais nitidez no encontro com o teu... Quanto mais reconheço a minha fronteira, menos preciso violentar a tua para me definir... Quanto mais inteira permaneço diante de ti, mais espaço existe para que alguma coisa que não sou eu nem és tu possa nascer... O ENTRE. E então volto à pergunta de outra maneira: E se a verdadeira intimidade não fosse diminuir a distância entre nós — mas tornarmo-nos suficientemente presentes para que até na distância possamos ser lugar de encontro? ♡♤ INVESTIGAÇÃO VIVA SOBRE RELAÇÃO, CONSCIÊNCIA E HUMANIDADE ♡♤

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E se... Amar... for tornar-me suficientemente inteira para poder entrar em relação (qualquer relação), sem me adulterar?... Simples? Não... Mas este Eixo... É a fronteira viva que me recorda a Soberania sem isolamento... com sentimento... ou será sobre consentimento?... É o EU perante o TU — e, precisamente por isso, poder tocar e co-criar o ENTRE... Dentro do ENTRE... ser capaz de ser tocada e tomada pela entrega consciente ... pela inocência crente... dessa forma inacabada e impermanente que é SER-se gente... SER um EU não fechado sobre si mesmo, mas de contornos vivos e disponíveis para a inteireza que quer transparecer sempre... Amar... Talvez seja a capacidade de permanecer em contacto com o nosso próprio núcleo vivo e inviolável... enquanto a Relação nos atravessa, nos revela, nos desorganiza e nos convida a lugares onde nunca chegaríamos sozinhos... O Amor atravessa fronteiras... mas há qualquer coisa profundamente bela em poder chegar à margem do outro e não precisar atravessar ninguém para sentir proximidade ou intimidade... Ficar ali. Presença diante de Presença. Sem conquistar território alheio... Criando novos mundos... mútuos... nesse privilégio que é aprender a falar uma lingua desconhecida e ao mesmo tempo antiga de familiar... Dois universos inteiros... Duas liberdades capazes de ficar... E entre elas... esse espaço impossível de possuir... Sensível e Senciente... ... O ENTRE. ❣🤍🫂🙏 ♡♤ INVESTIGAÇÃO VIVA SOBRE RELAÇÃO, CONSCIÊNCIA E HUMANIDADE ♡♤

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E se a individuação não fosse o preço que pagamos para amar?... E se o nosso sentido maior de EU SOU fosse precisamente a condição que torna possível um Amor verdadeiramente livre?... ... Um Amor sem condutor ou conduzido. Sem posse. Sem contrato. Sem a exigência de que um se torne diferente de Si para que o NÓS possa existir... Um Amor onde aquilo que é REAL pode, inclusive, em cada um se expandir... ... E se a fronteira não fosse o fim de mim perante ti, mas o lugar exacto onde finalmente te posso encontrar?... Aaahhhh.... Respiro... e isso muda, subtilmente, TUDO?... ... Sem limites... caminhamos para a fusão? Com muros...sentimos separação? E se... com fronteiras pessoais vivas... existem finalmente condições para o contacto?... Contacto consciente. Real. Vulnerável. Humano. Pele com pele. Não porque deixámos de saber onde termina um e começa o outro... mas precisamente porque sabemos. E se nesse Altar do ENTRE... ... a Relação É... a Entidade Consciente? ... esse ENTRE... que respira fundo em nome dos dois que se respeitam mutuamente? 🫂 ♡♤ INVESTIGAÇÃO VIVA SOBRE RELAÇÃO, CONSCIÊNCIA E HUMANIDADE ♡♤

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para tod@s os que me perguntam... GRATA por estarem aí.... 🙏🤍 Talvez o meu regresso ao Serviço não seja bem um regresso... porque estou a sentir este movimento como se fosse a primeira vez que chego verdadeiramente A Q U I... Passei muitos anos a servir através daquilo que sabia fazer naturalmente... A acompanhar. A criar espaços. A ensinar. A sustentar processos. A traduzir mundos invisíveis em experiências humanas. Mas há cerca de 2 anos, houve um momento em que a Vida me pediu outra coisa... uma ruptura... uma morte... um Novo E U ... que se despiu de saber quem era... também ao Serviço. Vieram fins. Muitos. Mudanças profundas na relação, na casa, no corpo, na maternidade, no amor, na forma como compreendia segurança, pertença, abundância, passado ou futuro... E aquilo que durante tantos anos me tinha dado identidade começou a deixar de conseguir traduzir o (meu) mundo... Talvez não porque estivesse errado... mas provavelmente porque já tinha cumprido a sua forma. Tenho chamado TRANSMORFIA a este lugar. Não é transformação, apenas. É mesmo permanecer suficientemente disponível enquanto a forma antiga se desfaz e a nova ainda não terminou de se mutar. Neste tempo, DENTRO do DENTRO, talvez a coisa mais importante que tenha compreendido seja esta: o Serviço não está naquilo que oferecemos. Está na forma como estamos disponíveis para pertencer à VIDA. Por isso tenho voltado a olhar para tudo... uma e outra vez... Para aquilo que sei fazer. Para aquilo que amo. Para aquilo de que as pessoas realmente precisam ou me pedem. Para os recursos que consigo gerar. Para a sustentabilidade concreta da minha vida. Para a relação entre receber e oferecer. Para o meu corpo. Para a Terra. Para as relações. Para a tribo. Tenho estado a desenhar um mapa. A sonhar um mapa. A reconhecer um CAMINHO. Tem chegado uma pergunta muito simples e muito séria: Se eu deixasse de tentar descobrir o que devo fazer no mundo e começasse a escutar aquilo que, através da vida que realmente vivo, estou agora capaz de SER… o que nasceria? É desse lugar que estou a escutar. Ainda sem querer fechar a resposta. Mas já suficientemente perto para começar a abrir o véu... ... ❣

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És profundamente relacional — compreendes a Vida através do ENTRE. A tua LIBERDADE não é afastamento: é inteireza dentro do V
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És profundamente relacional — compreendes a Vida através do ENTRE. A tua LIBERDADE não é afastamento: é inteireza dentro do VÍNCULO. Tens uma necessidade quase visceral de fazer coincidir ESPIRITUALIDADE e MATÉRIA. Não te interessa ensinar aquilo que sabes; interessa-te CRIAR condições para que algo seja VIVIDO. Estás num momento em que a tua próxima OBRA parece menos querer nascer como “projecto” e mais como SERVIÇO vivo ao MUNDO. ... Se quiseres receber este próximo passo do Mapa do (meu) caminho de regresso ao Serviço... envia MENSAGEM DIRECTA e prometo que partilho tudo desde o corpo em Transmorfia que habito... neste instante.... ❣🫂🙏 @sundari_lys

Este Portal de Leão traz Júpiter para nos expandir enquanto Céu... Será que vem para acrescentar mais ao que somos, ou para devolver escala ao que sempre habitou dentro de nós?... Mesmo que não se veja, a Vida tem respirado mais fundo através do coração humano, para que possamos recordar que abundância nunca foi TER mais.... disto ou aquilo.. ma antes SER MAIS disponibilidade para a própria Vida... Disponibilidade para receber. Para sentir. Para criar. Para amar. Para deixar partir. Para permaneSer. Para ocupar inteiramente o lugar que nos pertence na grande Matriz da Relação LEÃO AQUÁRIO.... ESSE EIXO DA INDIVIDUAÇÃO em INTERDEPENDÊNCIA... Neste PORTAL e neste ECLIPSE, lembra-te como nada existe sozinho... A manifestação é relação... acontece em co-criação... A semente manifesta-se na intimidade com a Terra escura e molhada... O rio manifesta-se na relação com o leito e o movimento que lhe dá margens. O corpo revela-se na relação com aquilo que o atravessa enquanto nutrição, emoção e vontade... E nós tornamo-nos quem SOUmos no encontro vivo entre aquilo que nos habita em nudez e tudo aquilo que tocamos com o vestir do gesto SAGRADO... WE ARE ALL RELATED. Não como conceito espiritual, mas mesmo mesmo directo, como arquitectura fundamental da Existência... Talvez Júpiter venha ampliar precisamente isto: não o tamanho das nossas vidas, mas a nossa capacidade de as habitar. ... e mais Céu não significa necessariamente mais longe... Pode significar mais dentro... Mais profundamente carne, terra, humanos... Encontrar tudo aqui... Na simplicidade quase desconcertante de estar vivo em Verdade... pela Verdade... Então o Amor regressa ao seu lugar original como força organizadora da experiência. Não como emoção extraordinária ou promessa romântica, ou sequer como recompensa depois de termos apreendido suficiente clareza e visão.... É a certeza de que a mesma inteligência invisível que aproxima as células para formar um corpo, também está a aproximar-nos uns dos outros.... como CORPO UNIFICADO... Talvez a verdadeira individuação nunca tenha sido separação... tornamo-nos tão profundamente inteiros que já não precisamos desaparecer dentro do outro para conhecer a pertença... somos parte! Nesta pertença alguma coisa muito antiga começa a reorganizar-se. Porque já não precisamos escolher entre ... podemos abraçar indivíduo e comunidade... Liberdade e Amor. Céu e Terra. Espírito e Corpo. Verdade e Teia. E é aqui que a Vitalidade regressa ao eixo... como consequência natural de deixarmos de gastar Vida a sustentar divisões interiores. O corpo, a mente e o espírito tornam-se novamente instrumento da Existência... disponibilizam-se a Ela...como a nova soberania que estamos a aprender: não o poder de determinar tudo o que acontece, mas a capacidade de permanecer presentes o suficiente para responder conscientemente ao que acontece. E então o Futuro muda também de lugar. Deixa de estar à nossa frente. Está a nascer agora... ... deste instante o próximo nasce... Na qualidade de cada gesto poder  torna-se semente... nesta aparente escolha consciente, onde uma oração silenciosa é oferecida ao mundo que está por nascer ali na frente... Nesse Futuro ancestral vamos recordar as leis simples da Vida. Conexão. Relação. Reciprocidade. Presença. Corpo. Terra. Tribo. Amor. Aquilo que uma floresta nunca esqueceu de nos ensinar... Este Portal de Leão traz Júpiter para expandir todo o Céu... e talvez o Céu se esteja a expandir precisamente para nos devolver à Terra... Inteiros. Humanos suficientemente para sermos Espírito... e Livres suficientemente para pertencermos... Presentes suficientemente para que a Vida possa viver-nos... Em cada PORTAL...

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Nesta casa de Bruxa planta-se Artemisia no Dia Fora do Tempo e mistura-se oração com rezo e visões de Deus ou da onda Maya por entre o Jasmim da Deusa e as Rosas de Santa Teresinha regam-se as sementes deste Portal que é Sirius alinhado com o Sol da Galáxia... A partir daqui conta 5 dias para sair do Milagre e mais 5 para a Maestria Humana... Mais 5 e já vais sentir a recalibração de Leão e Felinos Cósmicos na Terra... Porque o Sangue desta vida É o futuro da Re.Conexão Humana... Porque do Grande Mistério se tece a grande transição colectiva ... Na verdade... já chegámos.... Tudo já é como no Grande Início... Porque o Oxigénio que respiramos, tem a Água dessa Fonte Santa que brota desde o Fim dos Tempos... Peregrinamos numa Dupla Espiral... e lemos a Matriz com a Cifra de Luz do espectro vibracional que nos dá acesso ao mesmo lugar de encontro que é o Centro da Criação... #diaforadotempo #portaldeleao #matrizlys

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