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Seja bem-vindo e bem-vinda ao Canal do Contrapoder! Somos uma ferramenta político-programática que visa auxiliar na criação de um programa socialista para os trabalhadores brasileiros. À luta!

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Via: @foraebserhufrj COVARDIA! AVISO URGENTE À TODA A COMUNIDADE! A professora Marinalva Oliveira, da Faculdade de Educação e do Movimento Barrar Ebserh na UFRJ, também ex-presidenta do Andes, avisa a todos que a reitoria da UFRJ convocou o CONSUNI, Conselho Universitário da UFRJ, para uma sessão extraordinária (online) de pauta única, dia 23, terça-feira, COM INTUITO DE TRAZER A APRECIAÇÃO E APROVAÇÃO A ADESÃO À GESTÃO DA EBSERH, Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares, nos hospitais da UFRJ. Portanto: ⚠️ ⚠️ ⚠️ *REALIZAREMOS UM ATO NO DIA 23, ÀS 9h, EM FRENTE À REITORIA, DA UFRJ, CIDADE UNIVERSITÁRIA!* ⚠️ ⚠️ ⚠️ "Esse método é um atentado à democracia interna, dentro do espírito de 'passar a boiada', se aproveitando das dificuldades decorrentes da pandemia. A posição da Reitoria será entregar nossos hospitais ao General. Nós devemos lutar pela autonomia e democracia na UFRJ, principalmente, para UFRJ continuar desempenhando seu papel social junto à sociedade." afirma a professora. Precisamos nos mobilizar urgentemente! Por favor, divulguem! Isso não pode passar despercebido. Nosso patrimônio, os serviços de saúde, a educação, a autonomia universitária da UFRJ dependem dessa luta! #ForaEbserhnaUFRJ #ForaBolsonaro #ForaMourão #AbaixoaPec32 #VivaoSUS #ParaTodosVerem Marinalva é uma mulher negra de cabelo preto na altura do ombro, todo para trás com uma faixa amarela. Está com uma camisa preta e um colar de medalhão redondo. O fundo é uma parede branca e uma estante de livros coloridos. À esquerda, no topo do vídeo horizontal, há uma logo do Movimento Barrar a Ebserh na UFRJ, e no final do vídeo a tela escurece e vira um card verde também do movimento, onde pessoas seguram duas bandeiras: "Viva o SUS" e "Fora Ebserh".

#Divulgação "Jano Ribeiro: De Lutas e Sonhos" "O documentário conta a biografia política do militante comunista, sindicalista, defensor dos direitos humanos e intelectual orgânico da classe trabalhadora, Jano Ribeiro (1929-2013). Fundador do sindicato dos metalúrgicos no ABC paulista e membro do PCB, atuou ao lado de figuras importantes como Caio Prado Júnior." Saiba mais: https://bit.ly/djano_2021

Em 15 de novembro de 1889 a Monarquia foi derrubada no Brasil por meio de um golpe militar. Apoiados pelos cafeicultores paulistas os militares deram continuidade à revolução política iniciada com a abolição da escravidão e concluída com a constituição de 1891, que extinguiu o Estado escravista, consolidou o Estado burguês no Brasil e o regime republicano. Porém, como toda mudança política conduzida pelas classes dominantes no país, a proclamação da República ocorreu não apenas para atualizar a superestrutura política em relação à nova estrutura sócio-econômica, mas para preservar o latifúndio, fortalecer a agro-exportação, garantir a subordinação da massa proletária acrescida pelos ex-escravos e, principalmente, conter de maneira ainda mais repressiva as lutas sociais originadas do abolicionismo e agora intensificadas pela contradição capital-trabalho. Portanto, tratou-se de uma revolução política que transformou o aparelho estatal, mas que na prática funcionou como uma contrarrevolução. Hoje, como há 132 anos, a intervenção política dos militares tem lado e não é o dos trabalhadores.

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Charge de Mauro Iasi
Charge de Mauro Iasi

#Artigo Wiphala: Símbolo da resistência histórica dos povos andinos Dia 11 de novembro é o "Día de la Liberación de la Wiphala". Todo nosso respeito ao símbolo e a luta dos povos originários. Leia: https://bit.ly/awiphala21

Neste dia, em 1913, nasceu Álvaro Cunhal, em Coimbra, Portugal. Álvaro foi um dos principais intelectuais portugueses, minist
Neste dia, em 1913, nasceu Álvaro Cunhal, em Coimbra, Portugal. Álvaro foi um dos principais intelectuais portugueses, ministro dos governos provisórios pós- revolução, deputado constituinte e dirigente do PCP. Sua história de vida condiz com a luta do povo português.

#Editorial Transição para onde? "Apesar da urgência imposta pela crise ambiental, as “soluções” ecocapitalistas ficam muito aquém do que seria necessário. O conteúdo mercantil e expansionista da “economia verde” é antagônico às mudanças no modo de viver e produzir que seriam necessárias para reverter o colapso ambiental em curso." Leia: https://bit.ly/ecpCOP_101121

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Centenas de motoristas de aplicativo se manifestaram hoje, no Bairro de Manaíra, em João Pessoa/PB, contra o assassinato do trabalhador Kelton Marques, que completa 60 dias hoje. Kelton foi vitima de imprudência criminosa de RUAN FERREIRA, motorista que avançou o sinal em alta velocidade e vitimou o entregador por aplicativos em um cruzamento movimentado da cidade. 60 dias depois Ruan Ferreira, dito “empresário”, não foi localizado pelas autoridades. 60 dias de impunidade! Todo apoio à luta dos trabalhadores por aplicativo! JUSTIÇA PARA KELTON!

É com profunda tristeza que informamos que a nossa querida Marcela Darido faleceu hoje. Marcela era colunista e conselheira d
É com profunda tristeza que informamos que a nossa querida Marcela Darido faleceu hoje. Marcela era colunista e conselheira do Contrapoder. Ministrou, pelo Coletivo Clóvis Moura, dois importantes cursos sobre o racismo e a luta de classes, mediou diversos debates ao [vivo, escreveu vários textos sobre História e fez parte do nosso podcast Afinado Mesa redonda. O mundo com certeza ficará muito mais triste e pesado sem a presença dessa jovem, mas tenham certeza de que, se um mundo melhor vier, a Marcela contribuiu muito pra isso.

Neste dia, em 1970, Salvador Allende tomava posse como presidente do Chile e dava mais um passo na experiência chilena para o
Neste dia, em 1970, Salvador Allende tomava posse como presidente do Chile e dava mais um passo na experiência chilena para o socialismo. A investida socialista chilena foi interrompida no golpe contrarrevolucionário de 1973 que seguiu em curso até outubro de 2019, inicio da virada popular.

"Não entre em pânico Organize"
"Não entre em pânico Organize"

Neste dia, em 1982, nasceu Graciliano Ramos de Oliveira. “A primeira coisa que nos diz uma obra de arte é que o mundo da libe
Neste dia, em 1982, nasceu Graciliano Ramos de Oliveira. “A primeira coisa que nos diz uma obra de arte é que o mundo da liberdade é possível, e isso nos dá força para lutar contra o mundo da opressão.”

Milton Nascimento, 79 “A jogar o meu braço no mundo, fazer meu outubro de homem, matar com amor essa dor” – esse Outubro de 1942 por um dia de diferença não coincidiu com aquele outro outubro, Bolchevique, de 1917. O mineiro de criação – carioca de nascimento –, de Três Pontas, “jogou o braço no mundo” e, em torno desse braço, canção amiga, se fez e aglutinou uma verve central da música brasileira moderna. A “voz de Deus”, diria Elis Regina, do “Mundo, de Minas Gerais”, trouxe ao mundo sua voz e sua sonoridade única, identidade mineira, mas também cosmopolita. Tão mineira quanto o trem, quanto o encontro simples das ruas Divinópolis e Paraisópolis, no bairro de Santa Tereza-BH, de onde se vê, de fronte, o Curral D’El Rey, no qual “Janelas se abrem ao negro do mundo lunar” (ao anoitecer, uma das imagens mais belas e singelas que se pode ver na vida). Tão cosmopolita que enfrenta esteticamente boçais no auge da ditadura: quando os censores – analfabetos estéticos – barram a maioria das canções de Milagre dos Peixes, Milton insiste: “vamos gravar assim mesmo, só o instrumental.” Milton universal, de canções dignas de grande narrador da vida daqueles a quem pouco se dá atenção. O trabalhador do sal que “trabalha o dia inteiro pra vida de gente levar”: trabalha para ver a família sorrir, a mulher se vestir, para o filho ir para a escola, “que é pra não ter meu trabalho e vida de gente levar.” De Morro velho, canção da aparente igualdade do filho do senhor – “filho de branco” – e do filho do trabalhador braçal – “filho do preto”, onde “crescem os dois meninos, sempre pequeninos” e, nas profundezas da realidade além da aparência fraterna, “Filho do senhor vai embora/ Tempo de estudos na cidade grande/ Parte, tem os olhos tristes/ Deixando o companheiro na estação distante// (...) Quando volta já é outro/ Trouxe até sinhá-mocinha para apresentar// (...) Já tem nome de doutor/ E agora na fazenda é quem vai mandar/ E seu velho camarada/ Já não brinca mais, trabalha.” Miltons: da Travessia, de Txai, de Sentinela, da Missa dos Quilombos, de Minas, das Geraes, do Clube, de Encontros e Despedidas... Hoje “É dia de festa e a cidade se enfeita para ver o trem chegar”. Festejemos Milton, o trem que chega, dançando o que se for dançar: “Se você quiser eu danço com você no pó da estrada.” A estação, mineira de fato, universal de direito, é onde tudo começa e termina, onde “chegar e partir são só dois lados da mesma viagem”, onde “O trem que chega é o mesmo trem da partida.” “Minha história está contada, vou me despedir.” Temos a grande sorte de sermos contemporâneos de Milton. Viva nosso Milton Nascimento! Viva o Brasil que o Brazil – como diria Mestre Aldir – desconhece ou ignora.

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104 anos da Revolução de Outubro A Revolução de outubro é o grande marco para os socialistas. Os bolcheviques liderados por Lênin, puseram fim a revolução menchevique (liberal) que estava sendo conduzida na Rússia e iniciaram a experiência soviética. Os revolucionários bolcheviques estatizaram bancos, estradas de ferro e industrias, expropriaram a burguesia, confiscaram as terras da nobreza e da Igreja, que foram distribuídas entre os camponeses e entregaram o poder político aos sovietes. Conselhos verdadeiramente democráticos, que abriam para que o povo, operários e camponeses pudessem participar diretamente das decisões da Revolução. O movimento contrarrevolucionário apoiado pela burguesia europeia e a guerra civil que se sucedeu fizeram com que a revolução retrocedesse. Mesmo assim, a centelha revolucionária acesa naquele outubro de 1917 brilha aos olhos de todas e todos aqueles que desejam a Revolução Socialista.

#Editorial Uma CPI muito aquém do holocausto Nesta edição do nosso editorial, analisamos o processo da #cpidacovid19, seus limites, seus avanços e, centralmente, a falta de um movimento de massas que impulsione as conclusões da CPI para a efetiva responsabilização dos culpados. Leia: https://bit.ly/econtrapoder_251021