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Meus amados quando estivermos com o material postaremos aqui. Por enquanto tenham paciencia.
Pedro durante o ministério de Jesus
Nos 3 anos do ministério terreno de Jesus, os doze discípulos caminharam ao lado do Mestre e aprenderam as verdades do Reino de Deus. Esse tempo foi imprescindível na vida daqueles homens. Foi um processo de ajustes e transformação no caráter de todos eles, a partir do que iam conhecendo acerca do Messias. Em vários momentos todos eles demostraram dúvida ou falta de fé, mesmo assim foi uma caminhada crescente de descobertas.
Somente depois da morte e ressurreição de Jesus é que Pedro e os demais discípulos, compreenderam plenamente quem Ele era e o cumprimento de todas profecias a respeito do Cristo. Somente depois de ser interrogado por Jesus na praia (João 21:15-17) é que Pedro teve a sua conversão genuína. No Pentecostes todos foram selados com o Espírito Santo prometido por Jesus (Atos 1:7-8).
Pedro e os outros discípulos
Pedro exercia liderança diante dos outros discípulos, sendo aquele que falava mais (Marcos 11:21), fazia perguntas (Mateus 15:15) a Jesus e tomava algumas iniciativas (Mateus 18:21-22).
Pedro fazia parte dum círculo ainda mais próximo de Jesus - Pedro, Tiago e João (Marcos 14:33). Este grupo particular dentre os 12, assistiu de perto alguns acontecimentos importantes na vida e ministério de Jesus:
• A cura da filha de Jairo (Marcos 5:37)
• A transfiguração (Marcos 9:2)
• O trio mais André perguntaram sobre tempos do fim (Mc. 13:3)
Noutros momentos, apenas Pedro e João participaram de algumas cenas:
Preparação da Páscoa (Lucas 22:8)
A pergunta sobre o traidor à mesa (João 13:23-25) na última Ceia Correm ao sepulcro, no domingo da ressurreição de Jesus (João 20:3-4)
Iam juntos ao templo (Atos 3:1)
Curaram um coxo, na porta do templo (Atos 3:1-7)
O TEMPERAMENTO DE PEDRO
Pedro é conhecido por seu temperamento forte e impulsivo. Era um homem simples, acostumado ao trabalho árduo no mar, dia a dia sob chuva e sol no calor da dura lida. Tal como as ondas que vão e vem, Pedro era um homem inconstante e frontal em vários momentos. Homem de atitude pendular e contrastante:
Momentos baixos na vida de Pedro
Tentou dissuadir Jesus, repreendendo-o, quando falou de Sua morte e ressurreição - Marcos 8:32
Cortou a orelha de Malco, quando Jesus foi preso no Getsêmani - João 18:9-10
Considerou-se melhor que os outros discípulos - Marcos 14:29
Negou a Jesus por 3 vezes - Mateus 26:69-75
Momentos altos
Como qualquer um de nós, Pedro tinha defeitos e também muitas qualidades, mas em tudo foi aperfeiçoado por Jesus. Mesmo com toda inconstância inicial, Pedro também deu mostras de ser alguém corajoso e ousado:
Pedro, como os outros discípulos, deixou tudo para seguir Jesus - Marcos 10:28
Confessou: "Tu és o Cristo..." - Mateus 16:16
Foi um dos escolhidos para ver a glória de Jesus transfigurado
Encontrou o dinheiro do imposto na boca do peixe - Mt. 17:24-27
O único discípulo que andou sobre as águas
Disse: "para quem iremos, se só tu tens as Palavras de vida eterna?" - João 6:68
Chorou amargamente, reconhecendo o seu pecado - Mateus 26:75
Confessou amar a Jesus, por 3 vezes - João 21:15-17
O ministério de Pedro depois do Pentecostes
Depois de os discípulos receberem a promessa do Espírito Santo (Atos dos Apóstolos 1:8), Pedro foi fortalecido e pregou o Evangelho de Cristo com poder ousadia (Atos dos Apóstolos 4:13). No seu primeiro discurso, no dia de Pentecostes, deu testemunho e advertiu ao arrependimento a todos os ouvintes. Quase 3 mil almas receberam a Palavra e foram batizadas (Atos dos Apóstolos 2:40-41).
Noutro dia, por ocasião da cura de um aleijado de nascença (Atos 3), Pedro e João aproveitaram a oportunidade e anunciaram o Evangelho de Jesus Cristo no templo. O povo estava maravilhado com o milagre, mas Pedro testemunhou que o homem tinha sido curado pela fé no nome de Jesus ressurreto.
Pedro e João foram presos pelos líderes religiosos, por causa do testemunho dado acerca de Jesus. Mas cerca de 5 mil pessoas que ouviram a palavra creram (Atos dos Apóstolos 4:4). Perseveravam unanimes, em oração e anunciando corajosamente a Palavra de Deus.
✅ *Sábado – 16/04/2022*
*A Lei está cumprida no amor e dinamizada em nós pelo Espírito Santo* (Rm 13. 8-10; Gl 5. 6, 25)
“_*Não devam nada a ninguém, a não ser o amor de uns pelos outros, pois aquele que ama seu próximo tem cumprido a lei. Pois estes mandamentos: "Não adulterarás", "não matarás", "não furtarás", "não cobiçarás", e qualquer outro mandamento, todos se resumem neste preceito: "Ame o seu próximo como a si mesmo". O amor não pratica o mal contra o próximo. Portanto, o amor é o cumprimento da lei” – “Porque em Cristo Jesus nem circuncisão nem incircuncisão têm efeito algum, mas sim a fé que atua pelo amor [...], se vivemos pelo Espírito, andemos também pelo Espírito_*” (NVI)
O amor ao próximo impede-nos de praticar contra ele, atos que lhe causem prejuízo moral, espiritual ou financeiro. Adultério, assassinato, furto e cobiça, não terão lugar na vida daquele que ama seu semelhante como a si mesmo, porque o amor não pode praticar o mal contra quem quer que seja, e, principalmente, contra o membro do Corpo de Cristo (Gl 6. 10). Portanto, o amor é o cumprimento da lei, enquanto que sua operacionalização e dinamização, é uma Obra do Espírito Santo. “... se vivemos pelo Espírito, andemos também pelo Espírito” (NVI).
_*Sedivar*_
EMOCIONALISMO RELIGIOSO E ESPIRITUALIDADE
Emocionalismo não determina espiritualidade.
O emocionalismo religioso é a ênfase as emoções durante os cultos como fator determinante do agir e trabalhar do Espírito Santo, ou seja, os que defendem afirmam que os movimentos emocionais são determinantes pra mensurar a espiritualidade do culto e dos seus participantes.
Não é pecado sentir emoções nem tão pouco errado se emocionar durante a celebração de adoração a Deus, é fato que choramos, sorrimos, nos alegramos, esboçamos atitudes como se levantar, erguer as mãos e etc, mas não podemos dizer que se não ocorrer tais atitudes um culto não foi cheio da presença de Deus.
A manifestação da presença divina não está limitada a ações e atitudes humanas, mas única e exclusiva a vontade de Deus. Vemos que no culto a Deus tudo é feito com ordem e disciplina, porque Deus é ordeiro.
Portanto emoções podem acontecer e até porque nossas relações começam com emoções, mas não podemos medir a presença divina, ou a ação sobrenatural do Espírito Santo aos movimentos emocionais que nos últimos anos têm invadido o meio cristão e muitas das vezes invalidando ou retirando a essência da exposição da palavra de Deus.
Não é admissível ao verdadeiro movimento pentecostal, como alguns interpretam, substituir tais emoções ou movimentos em detrimento a real presença de Deus e sua palavra. Acreditamos que o movimento pentecostal tem base e raízes na exposição da palavra e na dependência divina.
Portanto, priorizar as emoções e os movimentos ditos pentecostais com suas manifestações as vezes absurdas é uma afronta ao evangelho de Cristo.
Acreditamos no batismo com Espírito Santo no falar em línguas, nas profecias, nas diversas manifestações espirituais, porém tudo de acordo e em consonância com as escrituras sagradas.
Em Cristo
Neweb
ELI, SAMUEL E A PRÁTICA ASSEMBLEIANA DE "PASSAR O CAJADO"!
O livro de Juízes é um amontoado de histórias tristes. Os últimos cinco capítulos retratam uma completa anomia (ausência de leis). O povo fazia o que queria. Não por acaso, o livro termina laconicamente assim: “Naqueles dias não havia rei em Israel; porém cada um fazia o que parecia reto aos seus olhos” (Jz 21:25).
Eli aparece, sub-repticiamente, neste contexto, mas já em 1 Samuel, quando o período dos juízes estava no final[1]. Não sabemos como assumiu o posto. Talvez pelo fato de ser sacerdote fora preenchendo o vácuo de poder com a morte de Sansão. Sua história traz um misto de drama e tragédia. Assumiu sua função num dos momentos mais críticos da história judaica como já dissemos e falhou no intento de colocar Israel nos trilhos.
Como ato final de sua trajetória melancólica perdeu seus dois filhos num só dia, caiu e quebrou o pescoço. Hofni e Finéas eram dois sacerdotes devassos e imorais. Desprezavam a oferta feita ao Senhor (1 Sm 2:17) e praticavam atos sexuais em plena Tenda da Congregação (1 Sm 2:22). Deus os havia condenado (1 Sm 2:34).
Continue a leitura no link: https://ebdemacao.com.br/2023/05/17/eli-samuel-e-a-pratica-assembleiana-de-passar-o-cajado/
