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Irmão Edno tem um canal neweb com revistas de discipulados. Ver aí.
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𝗩𝗢𝗖Ê 𝗝Á 𝗢𝗨𝗩𝗜𝗨 𝗙𝗔𝗟𝗔𝗥 𝗗𝗔 𝗖𝗢𝗥𝗧𝗜𝗡𝗔 𝗗𝗘 𝗙𝗘𝗥𝗥𝗢?
𝙈𝙞𝙣𝙝𝙖 𝘼𝙢𝙖𝙙𝙖 𝙀𝘽𝘿 𝙣𝙤 𝙄𝙣𝙨𝙩𝙖𝙜𝙧𝙖𝙢
Como vimos, a expressão "Janela 10/40" teve suas raízes no campo missionário e teve sua origem especificamente durante a Conferência Consultiva Internacional para Missões Mundiais, realizada em Pattaya, Tailândia, em 𝟭𝟵𝟴𝟵. Foi lá que o conceito da Janela 10/40 foi pela primeira vez formalmente apresentado por Luis Bush e popularizado por Ralph D. Winter, fundador do Centro para Estudos da Missão Mundial.
O termo foi popularizado na década de 1990, enfatizando a necessidade de direcionar esforços missionários para áreas do mundo que historicamente tiveram menor exposição ao cristianismo. A região abrange países como a Índia, China, Arábia Saudita e outros, onde o cristianismo muitas vezes enfrenta barreiras culturais, políticas e religiosas.
Mas, antes de 𝟭𝟵𝟴𝟵, você sabia que o grande desafio missionário estava em outra região e tinha outro nome? O nome dado a essa região foi “𝗔 𝗰𝗼𝗿𝘁𝗶𝗻𝗮 𝗱𝗲 𝗳𝗲𝗿𝗿𝗼”. Essa cortina imaginária separava o Leste Europeu, dominada pelos regimes comunistas, do Oeste Europeu, onde prevaleciam sistemas democráticos capitalistas.
Os países que fizeram parte da Cortina de Ferro incluíam nações como a União Soviética, Polônia, Hungria, Tchecoslováquia, Alemanha Oriental, Bulgária, Romênia, Albânia, Iugoslávia, entre outros. Essa fronteira simbólica representava não apenas uma divisão política, mas também barreiras ideológicas, sociais e culturais.
A expressão "Cortina de Ferro" foi utilizada pelo ex-primeiro-ministro britânico Winston Churchill em um discurso em Fulton, Missouri, em 5 de março de 1946. No discurso, Churchill alertou para a divisão da Europa em dois blocos, um capitalista e outro socialista, após o fim da Segunda Guerra Mundial.
A divisão da Europa em duas esferas de influência, uma sob o domínio dos Estados Unidos e outra sob o domínio da União Soviética, ficou conhecida como Guerra Fria. A Cortina de Ferro simbolizava essa divisão, sendo uma metáfora para a barreira ideológica e política que separava os dois blocos. A Cortina de Ferro teve um impacto significativo na atividade missionária. Os países do bloco socialista, controlados pela União Soviética, adotavam uma política de controle ideológico e religioso que dificultava o trabalho missionário.
De acordo com relatos de agências missionárias, os maiores desafios missionários da Cortina de Ferro foram:
- 𝗔 𝗳𝗮𝗹𝘁𝗮 𝗱𝗲 𝗹𝗶𝗯𝗲𝗿𝗱𝗮𝗱𝗲 𝗿𝗲𝗹𝗶𝗴𝗶𝗼𝘀𝗮: os governos socialistas limitavam ou proibiam a prática religiosa, o que dificultava a evangelização e o discipulado.
- 𝗔 𝗰𝗲𝗻𝘀𝘂𝗿𝗮: os governos socialistas controlavam a mídia e a comunicação, o que dificultava a disseminação do evangelho.
- 𝗔 𝗽𝗲𝗿𝘀𝗲𝗴𝘂𝗶çã𝗼 𝗿𝗲𝗹𝗶𝗴𝗶𝗼𝘀𝗮: os cristãos que eram considerados uma ameaça ao regime socialista eram perseguidos, presos e até mesmo mortos.
Apesar dos desafios, alguns missionários conseguiram trabalhar no bloco socialista. Eles usavam uma variedade de estratégias para alcançar as pessoas, incluindo o trabalho secreto, a cooperação com igrejas locais e o uso de meios de comunicação alternativos.
A queda da Cortina de Ferro, em 1989, abriu novas oportunidades para a atividade missionária na Europa Oriental. Hoje, os cristãos nos países do antigo bloco socialista estão experimentando um novo crescimento e dinamismo. 𝗢𝗥𝗘𝗠𝗢𝗦 𝗣𝗔𝗥𝗔 𝗤𝗨𝗘 𝗗𝗘𝗨𝗦 𝗤𝗨𝗘𝗕𝗥𝗘 𝗔 𝗝𝗔𝗡𝗘𝗟𝗔 𝟭𝟬/𝟰𝟬, 𝗔𝗦𝗦𝗜𝗠 𝗖𝗢𝗠𝗢 𝗘𝗟𝗘 𝗥𝗔𝗦𝗚𝗢𝗨 𝗔 𝗖𝗢𝗥𝗧𝗜𝗡𝗔 𝗗𝗘 𝗙𝗘𝗥𝗥𝗢 𝗗𝗘 𝗦𝗔𝗧𝗔𝗡Á𝗦!
𝗥𝗘𝗙𝗘𝗥Ê𝗡𝗖𝗜𝗔𝗦:
- Judson, H. (1997). "A Busca pela Bíblia Verde: O Renascimento das Missões na Europa Oriental e na Antiga União Soviética." Biblioteca William Carey.
- Hastings, A. (2003). "A Igreja na África, 1450-1950." Imprensa da Universidade de Oxford.
A palavra transforma
Não existe algo mais transformador e regenerador pra vida de um homem do que a palavra de Deus. O poder da palavra é algo sobrenatural, pois ele vem de Deus. É algo que só quem compreende é quem ler e medita em suas palavras, quem acredita que ela é divina e inspirada.
A palavra tem o poder de mudar a vida de um soberbo em uma pessoa humilde, de um perseguidor em um defensor, de um incrédulo em um crente.
Ela muda os conceitos, as idéias, o egoísmo, a intolerância e reveste de amor, simplicidade, humildade e carisma. Esse é o poder da palavra de Deus. Quando lemos e aplicamos seus ensinamentos somos transformados e levados a transformar as pessoas e o lugar onde estamos.
Nunca será o mesmo aquele que experimenta o poder da palavra.
Que Deus desperte em nós o amor pela leitura e a prática de sua palavra.
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2. Volta de Noemi a Belém de Judá (1:6-22).
Quando Noemi resolveu voltar à sua terra, suas duas noras viúvas teriam mais probabilidades de arranjar novos casamentos em Moabe. Orfa percebeu a desvantagem de ir para Judâ com Noemi. Mas certas palavras de Rute mostram que ela já havia aceitado a Yahweh como o seu Deus, antes mesmo de resolver partir para Judá, Disse Rute: “...faça-me o Senhor o que lhe aprouver.” (1:17). E assim Rute partiu com Noemi, naquela viagem de apenas oitenta quilômetros até Belém da Judéia, para nós, essa distância nada representa. Com um automóvel, nas estradas modernas, tal distância pode tomar apenas uma hora de viagem. Mas, naquele tempo, viajando a pé, duas mulheres podem ter passado vários dias no trajeto, enfrentando os mais diversos perigos.
3. Rute e Boaz Conhecem-se (2:1-23). Os cuidados demonstrados por Boaz, em favor de Rute, mostram-nos quão indefesa ficava uma mulher, jovem e estrangeira, em outra terra que não a sua. Apesar do perigo, Rute trabalhou arduamente, a fim de sustentar a si mesma e a sua idosa sogra. Sem dúvida, isso não deixou de ser observado por Boaz. Quem gosta de uma mulher preguiçosa, mesmo quando sofre penúrias
4. O Plano de Noemi (3:1-5). Assim como Rute mostrou-se disposta a trabalhar para sustentar sua sogra, assim também Noemi planejou para a felicidade de sua nora. As instruções de Noemi a Rute foram um apelo indireto a Boaz, para que. Ele desempenhasse o seu papel de parente remidor. Nessas instruções, Rute teria de tomar a iniciativa na conquista amorosa. Talvez Noemi tenha visto que Boaz, por ser homem de meia idade, e solteiro não tomaria a iniciativa. Mas, depois que Rute pedi, que ele lançasse a capa sobre ela, mostrando assim que aceitaria com prazer a ele como marido, Boaz começou a agir. Assim, Noemi planejou de modo estratégico certo. O primeiro obstáculo, para Boaz, foi o de afastar o parente ainda mais chegado, o que conseguiu valendo-se do argumento da necessidade dele. também casar-se com Noemi, o que o parente mais chegado não aceitou. E, tendo começado a tomar providências para casar-se com Rute, Boaz não era homem irresoluto para ficar pelo meio do caminho, conforme Noemi reconheceu. Ver Rute 3:18.
5. Na Porta da Cidade (4:1-12). Essa porta sempre dava para a praça principal das cidades antigas. Ali se faziam os neg6cios comerciais, judiciais e sociais. Interessante é o antigo costume refletido em 4:7,8. Aquele foi o sinal público de que o parente mais chegado desistia do dever de ser o parente remidor, transferindo-o a Boaz. O ato solenizou e deu legalidade ao casamento de Boaz e Rute.
(Enciclopédia de Teologia e Filosofia R.N.Champlin)
